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segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Aulas podem sofrer mudanças nos horários devido a jogos do Brasil na Copa do Mundo


Neste último domingo (20), começou oficialmente mais uma edição da Copa do Mundo de futebol masculino. E no Brasil, várias instituições públicas e privadas, adequaram seus horários de funcionamento em razão dos jogos da seleção brasileira. E isso pode acontecer também nas escolas. De acordo com o advogado especialista em direito educacional, Luiz Tôrres Neto, isso pode acontecer, mas o conteúdo não pode ser prejudicado devido a suspensão das aulas.
“A instituição particular presta um serviço essencial, assim, a educação não pode ser prejudicada com a suspensão. Havendo a necessidade, a instituição precisa remarcar a aula, cumprindo os 200 dias letivos”, afirmou.
Luiz também destaca que a instituição pode, por exemplo, dar dois turnos em um único dia para poder suspender o expediente no dia do jogo. Mas ele explica que isso deve ser acordado com vários setores, incluindo os pais e também a contabilidade da instituição deve ser consultada para que os direitos dos colaboradores sejam assegurados como banco de horas ou pagamento de horas extras.

O especialista ainda explica o que não cumprimento do que diz a lei pode causar a instituição.
“Caso a escola não cumpra com o que é legal, incluindo os 200 dias letivos, podem levar a escola a sofrer punições, inclusive administrativas. Nada pode levar a um prejuízo de cunho educacional ao alunado”, detalhou Luiz.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog do Edvaldo Magalhães

quinta-feira, 18 de março de 2021

Até 28 de março, devido à covid-19, aulas serão apenas remotas nas escolas de Pernambuco


Experiência do ano passado, quando alunos da rede privada ficaram sete meses com aulas online vai ajudar agora. Na rede municipal, completa um ano que os estudantes não têm atividade presencial.

Escolas privadas de Pernambuco estarão a partir desta quinta-feira (18) sem estudantes, exatamente um ano depois de terem sido fechadas, como uma das medidas do governo estadual para tentar conter a disseminação da covid-19. Também os colégios da rede estadual que ofertam o ensino médio. Durante os próximos sete dias letivos – nesta semana e na outra – as aulas serão exclusivamente remotas. Mas ao contrário de março de 2020, quando as atividades à distância não faziam parte da rotina da maioria dos alunos e professores, desta vez a experiência vivenciada por sete meses no ano passado, período em que as aulas presenciais ficaram suspensas, indica que a adaptação deve ser mais fácil.

A interrupção das aulas presenciais até dia 28 de março afeta cerca de 700 mil discentes da educação básica de Pernambuco (400 mil na rede particular, em todas as etapas; e 300 mil do ensino médio da rede estadual). Para um universo de aproximadamente 1,1 milhão de crianças e adolescentes matriculados na educação infantil e ensino fundamental das escolas municipais e estaduais, a medida não vai interferir na rotina deles pois não há ainda autorização, pelo governo estadual, para o retorno das atividades presenciais. Nessas unidades, o ano letivo começou com ensino remoto.
“Já vivenciamos o formato híbrido desde outubro do ano passado, com uma parte dos alunos assistindo às aulas de casa e outra presencialmente nas escolas. O impacto do uso das ferramentas digitais foi grande no começo da pandemia, ano passado, quando professores e alunos tiveram que fazer muito esforço para se adequar. Agora acredito que não teremos grandes dificuldades”, aposta o presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Pernambuco (Sinepe), José Ricardo Diniz. Desde fevereiro, quando começou o ano letivo, cerca de 80% das famílias autorizaram a ida dos filhos para os colégios.
ADAPTAÇÃO

Mãe de Cecília, 7 anos, aluna do 2º ano do ensino fundamental do Colégio Damas, localizado nas Graças, Zona Norte do Recife, a funcionária pública Luciana Alves, 44anos, diz que apesar de adaptada com o formato online, a filha não gosta das aulas virtuais. 
“A falta de convivência com os colegas prejudica muito. Espero que a suspensão das aulas presenciais seja mesmo só até o dia 28. Estou em home office, mas não consigo dar muito suporte a ela. A sorte é que meu marido estará de férias e poderá ajudá-la”, diz Luciana.
No Colégio Santa Maria, em Boa Viagem, Zona Sul da capital, as turmas foram divididas em duas. O rodízio é em dias alternados. Cada grupo vai um dia para a escola e no outro fica em casa com aula remota.
“Desde o ano passado realizamos os ajustes necessários primeiro para o ensino remoto e depois para o híbrido. Com essa suspensão do governo, precisamos apenas adaptar para o online algumas avaliações que já estavam marcadas”, explica o coordenador do ensino médio, Rodrigo Martins.
“Gosto mais da aula presencial. Mas por causa do rodízio sempre fico alguns dias tendo aula de casa. Então não acho que será tão ruim essa suspensão agora. Também porque é por pouco tempo”, diz Beatriz Acioly, 17 anos, aluna do 3º ano do ensino médio do Santa Maria e fera de medicina. “Ano passado foi difícil pois a mudança para aula online nos pegou de surpresa. Mas tivemos treinamento no colégio e conseguimos nos adaptar. Tanto que agora faz parte do cotidiano”, observa o professor de química Thiago Queiroz.
SEM CONEXÃO

Para alunos das redes municipais, um das dificuldades para acompanhar o ensino remoto é conexão com internet, sobretudo para os que vivem em municípios pequenos ou na zona rural. A falta de equipamentos é outro entrave. O acesso à internet e a infraestrutura escolar foram os maiores desafios no ano letivo de 2020, segundo pesquisa da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), realizada com apoio do Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). E persistem no ano letivo de 2021.
“Não tenho condições de comprar um telefone bom e nem pagar internet. O jeito é ele fazer as tarefas que venho buscar na escola”, diz a catadora de reciclável Maria José Silva, 56 anos, avó de Alexandre, 4, aluno da educação infantil da rede municipal de Olinda. “Nenhuma escola municipal de Pernambuco teve aula presencial este ano. Mas as redes estão empenhadas em encontrar estratégias nesse contexto da pandemia, muitas baseadas na experiência de 2020”, diz o presidente da Undime em Pernambuco e secretário de Educação de Belém de Maria, Natanael Silva.
“Não podemos entrar em um segundo ano sem escola para tantas crianças ou com aprendizado tão limitado. Precisamos viabilizar a escola noutros formatos. Para os mais excluídos, em especial, é urgente garantir o acesso às atividades escolares, internet, merenda e fortalecer o vínculo coma escola. O prédio pode estar fechado, mas é preciso manter a educação aberta”, destaca a especialista em educação do Unicef, Verônica Barros.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog do Bruno Muniz

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Escolas estaduais de Pernambuco podem não ter aulas no Carnaval

Rede estadual suspende aulas durante o Carnaval (Brenda Alcântara/JC Imagem)

Após as escolas privadas decretarem feriado durante o Carnaval, as escolas estaduais de Pernambuco também não vão ter aulas durante a folia de momo. O pedido feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) ao secretário estadual de Educação, Marcelo Barros.

Na manhã desta quinta-feira (11), o secretário informou à entidade que atenderá o pedido para que não haja aulas presenciais ou remotas nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro nos colégios estaduais. Se for confirmada, a decisão será contrária a medida do Governo de Pernambuco, que suspende o ponto facultativo para os servidores públicos durante o Carnaval.
"Há uma movimentação grande de alunos que pegam ônibus, assim como de professores. Solicitamos que as aulas presenciais e remotas fossem suspensas durante o Carnaval. O secretário disse que falou com a Undime e a Amupe e concordou em fechar as escolas estaduais nesses dias", explica a vice-presidente do Sintepe, Ivete Caetano.
A Undime é a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, ou seja, reúne os secretários de Educação das prefeituras. A Amupe é a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).

Atendimento administrativo e plataformas online

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação caso não haja aulas durante o Carnaval, o setor administrativo da secretaria, assim como as Gerências Regionais de Educação do Estado (GREs) terão funcionamento normal entre 15 e 17 de fevereiro.

A secretaria também destacou que os alunos poderão usar a plataforma 'Educa PE' e o 'Conecta Aí', caso queiram manter os estudos em casa.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Justiça do Trabalho mantém aulas presenciais da rede privada de Pernambuco suspensas

Governo de Pernambuco autorizou volta às aulas presenciais para os alunos do ensino médio - Foto: Reprodução/Por Dentro

O juiz Hugo Cavalcanti Melo Filho, da Justiça do Trabalho, negou o pedido feito pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe) e manteve a suspensão das aulas presenciais na rede privada. A decisão foi dada nesta quarta-feira (7) e divulgada na coluna Enem e Educação do JC Online. O Governo de Pernambuco, réu no processo, informou que ingressou com recurso para tentar reverter a decisão.

O governo havia autorizado a volta das aulas presenciais a partir da última terça-feira (6) para os alunos do 3º ano do ensino médico. No entanto, o Sindicato dos Professores da Rede Privada (Sinpro-PE) ingressou com uma ação requerendo a suspensão do retorno e obteve decisão favorável da Justiça do Trabalho.

Pedido do Sinepe 

Ao pedir que o juiz reconsiderasse sua decisão, o Sinepe argumentou que existe cláusula convencional definindo o retorno às atividades presenciais. No processo, os donos de escola anexaram o texto da Convenção Coletiva de Trabalho 2020/2021. O pedido foi protocolado terça-feira.
"A cláusula 31.ª da referida norma coletiva, de fato, estabelece a possibilidade de aulas híbridas, com revezamento de professores para as aulas presenciais, mediante distanciamento mínimo e redução de quantitativos de alunos por sala. Também trata da situação dos profissionais comprovadamente integrantes de grupo de risco, para que tenham as condições de trabalho preconizadas na legislação vigente", ressalta o juiz.

"Ocorre que o Estado de Pernambuco, ao estabelecer o protocolo para retorno às atividades presenciais nos estabelecimentos de ensino fixou uma série de providências a serem adotadas por tais estabelecimentos, que vão bem além do distanciamento social e da redução do quantitativo de alunos, conforme descrito na decisão da qual se busca a reconsideração", explica o magistrado.
"Por óbvio, as limitadas exigências estabelecidas em norma coletiva de trabalho não tem o condão de afastar a aplicabilidade dos requisitos fixados pelo Estado de Pernambuco para o retorno das atividades presenciais. Por outro lado, revela-se extremamente vaga a indicação da CCT quanto à condição de integrante de grupo de risco, a merecer uma definição genérica, por parte da autoridade pública competente. Assim, mantenho a decisão", concluiu o juiz.
Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do Radio Jornal NE10

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Governo de Pernambuco autoriza processo de retomada das aulas presenciais para o Ensino Médio, a partir de Outubro


O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Educação e Esportes, anunciou, nesta segunda-feira (21), durante coletiva de imprensa, a autorização para retomada gradual das aulas presenciais para os alunos do Ensino Médio. Neste primeiro momento, está autorizado o retorno das turmas do 3º ano, previsto para 6 de outubro. No dia 13, as escolas poderão retomar as atividades com os estudantes do 2º ano e, no dia 20, poderão ser reiniciadas as aulas para os alunos do 1º ano, do Ensino Técnico Concomitante e Subsequente e da Educação de Jovens e Adultos. Para os estudantes, o retorno é opcional e, no caso de o aluno ser menor de idade, a decisão cabe aos pais ou responsáveis. As aulas remotas devem ser mantidas para atender a quem escolher essa opção, mas as escolas também têm a alternativa de ofertar o ensino híbrido, combinando os dois formatos de aula.
“De todas as decisões difíceis que precisamos tomar, desde o início da pandemia, o retorno às escolas foi a maior delas. Mesmo com indicadores da Covid-19 em queda consolidada desde o final de maio, só agora, com a média móvel de casos e óbitos, além das solicitações de leitos de UTI, no patamar equivalente ao do início de abril, autorizamos a retomada de aulas presenciais no Ensino Médio”, disse o governador Paulo Câmara, advertindo que a luta contra o novo coronavírus não acabou. “Inclusive, estamos acompanhando o que vem acontecendo nos países da Europa, com a chegada de novas ondas após uma aparente superação da pandemia. É necessário manter toda a atenção, porque ainda vivemos uma transição, e esta fase que chamamos de convivência não tem prazo determinado. Ainda dependemos de uma vacina, mas não podemos impedir o retorno gradual da vida, neste novo normal, até que isso aconteça. É preciso encarar essa realidade, mas com cautela e mantendo os cuidados”, reforçou.
As instituições precisam observar todas as normas estabelecidas no protocolo setorial da educação, respeitando as orientações sobre distanciamento social, as medidas de proteção e prevenção, bem como as de monitoramento e orientações. Entre as principais medidas previstas no protocolo estão o uso obrigatório de máscaras, distanciamento de 1,5 metro entre os estudantes e entre os equipamentos escolares – como as bancas e cadeiras – lavagem das mãos e uso do álcool em gel, orientações para todos nas escolas, monitoramento e testagem dos casos suspeitos e de seus contactantes.

Além disso, fica determinado que estudantes, professores e demais profissionais da escola com fatores de risco (idade, doenças crônicas ou gestação) não devem retornar caso não tenham se infectado anteriormente. A retomada prevê, ainda, que o plano da escola deve ser informado aos pais ou responsáveis, professores e demais colaboradores para que todos compreendam o processo de retorno. O protocolo também estabelece o monitoramento de casos suspeitos entre estudantes, professores e demais profissionais, com orientações sobre testagem, inclusive dos contactantes na escola e na família. Também está previsto o retorno gradual de acordo com os anos e modalidade de ensino.

O Comitê de Enfrentamento à Covid-19, coordenado pela Secretaria de Saúde do Estado, analisou o contexto de reabertura de escolas com bons resultados obtidos em diversos países. 
“A decisão final foi tomada após análise dos números da pandemia no Estado e das experiências de alguns países, que já retomaram suas aulas durante este período e apresentaram bons resultados. Mas é importante reforçar que o retorno neste momento é apenas para o Ensino Médio, e acontece em caráter opcional, ficando a critério dos pais ou responsáveis decidirem se os estudantes voltam ou não para as aulas presenciais. O Comitê de Enfrentamento à Covid-19 continuará monitorando os dados da pandemia e, se necessário, a evolução das etapas de retomada poderá ser reconsiderada. A decisão é pautada na importância da educação para o desenvolvimento do Estado como um todo”, afirmou o secretário de Educação e Esportes, Fred Amancio.
O secretário de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo, destacou a queda em três indicadores importantes para a decisão da retomada das aulas presenciais: número de casos, número de óbitos e demanda por UTI. “Os índices têm reduzido desde junho, e em setembro, a tendência continua. Ou seja, é o quarto mês de redução consecutivo”, destacou. Os casos da doença em Pernambuco começaram a chamar atenção em março e cresceram em abril e maio, somente registrando queda em junho. O Governo do Estado também anunciou a liberação das competições de modalidade coletiva envolvendo atletas federados, a partir de amanhã.

A Secretaria de Educação de Pernambuco, em parceria com a Secretaria de Saúde, também terá um centro de testagem da Covid-19 voltada para os professores e demais profissionais da rede estadual de ensino. A estrutura começa a funcionar em outubro com a retomada das aulas presenciais nas escolas, na sede do órgão estadual, no bairro da Várzea, no Recife, das 7h às 15h. Os testes serão realizados mediante agendamento.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do FalaPE

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Governo de Pernambuco prorroga, mais uma vez, suspensão das aulas presenciais

Aulas na educação básica continuam suspensas (Reprodução/TV Jornal)

O Governo de Pernambuco decidiu prorrogar até o dia 22 de setembro a suspensão das aulas presenciais na educação básica em todo o Estado. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (14), após reunião do Gabinete de Enfrentamento à Covid-19.

Segundo o governo estadual, os dados serão avaliados novamente na próxima segunda, para deliberação sobre o cronograma do plano de retorno das redes pública e privada.

Os donos das escolas particulares defendem a retomada gradual das instituições de ensino. O presidente do Sindicato das Ecolas Privadas de Ensino (Sinepe), José Ricardo Diniz, fala em "retorno progressivo e imediato".

A categoria realizou um protesto no dia 3 de setembro para cobrar a agilidade na reabertura. No mesmo dia, o governador Paulo Câmara (PSB) afirmou que não era o momento para a retomada das aulas.

Aulas em Noronha vão voltar gradualmente

O único lugar do Estado que teve a volta às aulas presenciais na educação básica autorizada foi Fernando de Noronha. Segundo o governo, a ilha não registra transmissão comunitária da covid-19 desde abril.

Os 402 estudantes da Escola de Referência em Ensino Fundamental e Médio (Erem) Arquipélago Fernando de Noronha voltam a partir do dia 22. No dia 29, retornam os alunos dos anos finais do ensino fundamental e no dia 6 de outubro, os das séries iniciais do fundamental.

As aulas presenciais estão suspensas desde o dia 18 de março em Pernambuco, como forma de evitar a disseminação do novo coronavírus.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do NE10 Interior

sábado, 12 de setembro de 2020

Governo de Pernambuco autoriza aulas em Noronha; anúncio sobre resto do estado deve sair dia 14

Governo de PE autoriza aulas em Noronha (BOBBY FABISAK/JC IMAGEM)

O Governo de Pernambuco autorizou a retomada das aulas presenciais no Arquipélago de Fernando de Noronha a partir do dia 22 de setembro. A ilha tem apenas uma escola e uma creche. Para o restante do estado, a suspensão ou manutenção da proibição de aulas presenciais na educação básica deve ser anunciado na próxima segunda-feira (14).

As aulas estão suspensas por causa da pandemia do coronavírus (covid-19).

De acordo com o governo estadual, as escolas em Noronha poderão reabrir porque a ilha não está registrando transmissão comunitária do vírus desde o fim de abril. Os primeiros a voltarem ao ensino presencial serão os 402 estudantes da Escola de Referência em Ensino Fundamental e Médio (Erem) Arquipélago Fernando de Noronha, a partir de 22 de setembro.

Os 217 alunos da creche do Centro Integrado de Educação Infantil (CIEI) Bem-Me-Quer devem voltar as atividades presenciais a partir do dia 13 de outubro. As unidades de ensino de Noronha começaram a se preparar para receber os alunos.

O secretário de Educação, Fred Amancio, informou nessa quinta-feira que estão autorizadas a partir da próxima quarta-feira (16) as aulas práticas dos cursos técnicos de nível médio.

Volta às aulas em Noronha servirá como "teste"

Segundo o Governo, a volta às aulas em Noronha servirá de "teste" para o restante do Estado. 
“É a primeira vez que o protocolo setorial de educação será posto em prática nas nossas escolas. O retorno das aulas presenciais na ilha será acompanhada com especial atenção, pois nos ajudará a compreender ainda mais o processo”, disse Fred Amancio.
Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do NE10 Interior

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Retorno das aulas presenciais é controverso nos estados

Foto: Marcelo Camargo

Com a redução da incidência e mortalidade pela covid-19 em parte dos estados brasileiros, a discussão sobre o retorno das aulas presenciais ganha força. O Amazonas saiu na frente e iniciou as atividades presenciais nas escolas ainda em agosto. Mas em diversos estados a retomada ainda gera polêmica.

Além do Amazonas, o governo do Pará autorizou o início das aulas em 1º de setembro. Em Minas Gerais, cursos de pós-graduação puderam reiniciar aulas presenciais no último sábado (5). No Rio Grande do Sul e em Pernambuco, as unidades educacionais podem funcionar a partir do dia hoje (8). No Espírito Santo, a data fixada foi a próxima segunda-feira (14). As aulas na rede privada do Rio de Janeiro também tem início previsto para a semana que vem. Nas rede pública do Rio, no entanto, a previsão é de retomada em 5 de outubro.

No Distrito Federal, o governo anunciou a volta às aulas para o início de agosto, mas recuou e ainda não definiu uma data. Em diversos outras unidades da Federação os governos prorrogaram a suspensão das aulas presenciais. É o caso do Amapá e do Tocantins, até 30 de setembro; e de Rondônia, até 3 de novembro;

As aulas continuam suspensas, sem prazo para retorno em estados como Roraima, Bahia, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Paraná e Santa Catarina. No Maranhão, o governo promoveu uma consulta sobre o tema, mas ainda não divulgou os resultados. No Piauí, o governo iniciou um debate com a comunidade sobre a volta do 3º ano do ensino médio.

Diversos estados reclassificaram regiões e ou municípios. Em Minas Gerais, pela primeira vez uma região (a Norte) entrou na última fase, com maiores permissões de funcionamento. Em Sergipe o estado avançou da bandeira Amarela para a Verde. Em Pernambuco, os municípios da Região Metropolitana e da Zona da Mata foram atualizadas para a fase oito do plano de reabertura, que tem 11 etapas.

Algumas Unidades da Federação lançaram programas econômicos de retomada. No Rio de Janeiro, foi criado o site Turismo Consciente para estimular o setor. Em Goiás, a secretaria da Retomada foi instituída para coordenar as ações governamentais. O Centro Cultural Niemeyer foi reaberto. No Paraná, o Parque Vila Velha, em Ponta Grossa, também voltou a receber visitantes no início do mês.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações da Folha de Caruaru

sábado, 22 de agosto de 2020

Pandemia: Cerca de 8,7 milhões de estudantes não tiveram acesso às aulas remotas em julho

Aulas presenciais foram suspensas por causa da pandemia da covid-19 (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Cerca de 8,7 milhões de crianças, adolescentes e jovens não tiveram acesso a atividades de ensino remoto em julho. É o que revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19) mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, apenas sete em cada dez estudantes tiveram alguma aula à distância durante a suspensão das aulas presenciais nas instituições de ensino. A medida foi tomada em todo o mundo para evitar a disseminação do novo coronavírus.

De acordo com a pesquisa, em torno de 45,3 milhões de pessoas de seis a 29 anos frequentavam escola ou universidade no mês de julho, o equivalente a 58,7% da população nessa faixa etária. Entre os que estudavam, 72% tiveram atividades remotas, o que equivale a 32,6 milhões, enquanto 19,1% não tiveram. Outros 8,9% estavam de férias.

Desigualdade

As diferenças são vistas quando são comparadas as regiões brasileiras. Enquanto no Sul do País 91,7% das crianças do fundamental e quase 90% das do ensino médio tiveram acesso às atividades remotas, no Norte, 40% das do ensino fundamental e quase metade dos estudantes do ensino médio ficaram sem atividades em julho.

Os jovens com família de menor renda domiciliar per capita também tiveram menos acesso às aulas remotas. Entre os que vivem em casas com rendimento per capita de até meio salário mínimo, 24,2% não tiveram acesso à educação remota. O número é de 9,5% entre os jovens de casas com renda per capita de quatro ou mais salários.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do NE10 Interior

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Governo de Pernambuco mantém aulas presenciais suspensas até 15 de agosto

Sala de aula - Foto: Bruno Campos/Arquivo Folha

Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (31), o Governo de Pernambuco prorrogou a suspensão das atividades presenciais nas instituições de ensino em todo o Estado até o dia de 15 de agosto. O plano de retomada, que contém os cronogramas de retorno às aulas presenciais para a educação básica, para o ensino superior e para os cursos livres deverá ser divulgado nos próximos dias.

As aulas em todo o Estado estão suspensas desde o dia 18 de março, devido ao isolamento social como forma de prevenção e propagação do novo coronavírus. Desde o mês de abril, os estudantes da Rede Pública Estadual estão assistindo às aulas online, através do Educa-PE, iniciativa da Secretaria de Educação e Esportes, que transmite aulas não presenciais pela internet e por TV aberta para os estudantes do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental durante o período de isolamento, além da possibilidade de acessar e utilizar outros materiais.

No último dia 13 de julho, o Governo de Pernambuco, por meio de um decreto estadual, autorizou a realização de aulas práticas presenciais e de estágio para estudantes que estão concluindo o primeiro semestre letivo, contemplando cursos de instituições de ensino superior e de Formação Inicial e Continuada (FIC) ou de qualificação profissional em instituições de educação profissional e técnica.

PROTOCOLO SETORIAL

Para o retorno às aulas presenciais, os estabelecimentos de ensino deverão seguir o protocolo sanitário estabelecido, respeitando as orientações para preservação do distanciamento social, além da adição das medidas de proteção, prevenção e monitoramento das ações. O documento foi apresentado à sociedade no dia 15 de julho e ficou disponível para consulta pública até o último dia 24. A versão final do protocolo, elaborado em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado, será divulgada nos próximos dias.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações da Folha PE

terça-feira, 28 de julho de 2020

Data de retorno das aulas presenciais em Pernambuco deve ser divulgada nos próximos dias

Data de retorno das aulas presenciais em Pernambuco deve ser divulgada nos próximos dias (Sérgio Bernardo/Acervo JC Imagem)

A data para o retorno das aulas presenciais em Pernambuco deve ser divulgada nos próximos dias. A informação foi anunciada pelo secretário de Educação e Esportes de Pernambuco, Fred Amâncio. As aulas de maneira presencial estão suspensas por causa da pandemia do coronavírus (Covid-19).

De acordo com ele, o retorno das atividades escolares deve ocorrer em etapas. 
"A gente já tem um plano pronto. Divulgamos a semana passada o protocolo que será observado em escolas, tanto em educação básica como também em ensino superior e cursos livres. A gente espera, ao longo dos próximos dias, fazer a divulgação da data com relação ao início do processo de retomada que vai ocorrer em etapas", explicou.
Protocolo de volta às aulas presenciais em PE

O Governo de Pernambuco anunciou no dia 15 de julho o protocolo para o retorno da área de Educação. O documento será aplicado para as aulas de Educação Básica, Ensino Superior e Cursos Livres (como cursos de línguas, técnicos, qualificação profissional, entre outros).

O governo estadual estabelece regras no documento sobre distanciamento social, medidas de proteção, além de monitoramento e comunicação.

As instituições de ensino deverão seguir regras estabelecidas pelas autoridades sanitárias, respeitando as orientações sobre distanciamento social, medidas de proteção/prevenção e monitoramento/comunicação. Veja o protocolo das aulas presenciais.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do NE10 Interior

terça-feira, 16 de junho de 2020

Escolas particulares de Pernambuco se preparam para volta às aulas

Aulas presenciais estão suspensas devido à pandemia do novo coronavírus.


Mesmo sem data definida para a volta das aulas presenciais nas salas de aula em Pernambuco, algumas escolas particulares já estão se preparando para receber os alunos novamente. A preparação inclui medidas para impedir a disseminação do novo coronavírus (covid-19).

O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe) elaborou um documento com orientações para as escolas. De acordo com o texto, a retomada das aulas presenciais deve ocorrer de forma gradual, intercalada com atividades remotas. A expectativa é de que a retomada comece a partir de julho, já que há decreto do governo estadual proibindo as atividades presenciais até 30 de junho.

De acordo com o sindicato, os primeiros a voltar provavelmente serão os estudantes da educação infantil e do 3º ano do Ensino Médio. Os pequenos por causa da volta dos pais ao trabalho e os adolescentes, devido ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros vestibulares.

Segundo o documento elaborado pelo Sinepe, o ano letivo na rede privada está previsto para terminar até o dia 15 de janeiro de 2021, com o cumprimento das 800 horas de aulas anuais. Isto se as escolas não optarem por dar aulas aos sábados e/ou feriados.

Já o recesso dos professores está previsto para a segunda quinzena de janeiro. O início do ano letivo de 2021, por sua vez, deve ocorrer no dia 1º de fevereiro.

Cada escola terá autonomia para remontar seu calendário escolar, desde que cumpra as 800 horas de atividades letivas anuais. O sindicato orienta ainda que as escolas adotem - de acordo com sua realidade - modalidades presencial e remota, para atender às necessidades da comunidade escolar.

Cuidados de higiene

Entre os cuidados para evitar a contaminação pelo novo coronavírus está a higienização das mãos com álcool em gel ou água e sabão, além da desinfecção e limpeza diária das superfícies escolares.

Tanto na sala de aula como em outros ambientes da escola, o distanciamento entre os alunos deve ser de 1,5 metro. Na entrada da escola, deve ser realizada a aferição da temperatura com o termômetro de testa, além da higienização das mãos com álcool 70%.

As pessoas que circulam na escola deverão utilizar máscaras no espaço escolar, e os pais e responsáveis devem evitar circular na instituição de ensino. As escolas também devem restringir a aglomeração de grandes grupos, incluindo assembleias, jogos esportivos e outros eventos.

A ideia é que um sistema de rodízio seja utilizado entre as turmas, combinando o ensino presencial e o remoto no horário escolar. Os intervalos devem ser desencontrados para que haja menos pessoas nos espaços comuns. Alunos, professores e funcionários doentes devem ser afastados.
"Você coloca cartazes estimulando a higienização das mãos. Tapetes para higienização da sola do sapato. Filtro do ar-condicionado não deve ser lavado só no final do expediente, e sim duas vezes por dia. Durante o intervalo de recreio, abrir as janelas para que haja circulação de ar", detalhou o diretor executivo do Sinepe-PE, Arnaldo Mendonça.
Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do NE10 Interior