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| Baixa umidade do ar aumenta os riscos de problemas respiratórios e desidratação. (Foto: Ilustração / Site Paraíba Já) |
De acordo com a APAC, uma massa de ar quente e seco está atuando na região central do estado, provocando condições de calor intenso que devem persistir pelo menos até o dia 4 de novembro. O órgão não descarta a possibilidade de continuidade desse cenário nos dias seguintes.
As áreas mais afetadas são o Oeste do Agreste, o Sertão Pernambucano e o Sertão do São Francisco, onde as temperaturas podem ultrapassar os 37°C. Nessas localidades, a umidade relativa do ar poderá variar entre 12% e 20%, índices que representam riscos à saúde, especialmente durante os períodos mais quentes do dia.
Cuidados com a saúde
A baixa umidade do ar pode provocar ressecamento da pele, irritação nos olhos, desconforto nas vias respiratórias e agravamento de doenças respiratórias. Crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde preexistentes estão entre os grupos que precisam de atenção redobrada durante esse período.
Diante dessas condições, a APAC recomenda que a população aumente o consumo de água ao longo do dia, evite atividades físicas ao ar livre nos horários de maior calor e reduza a exposição prolongada ao sol. Também é importante procurar ambientes ventilados e seguir as orientações dos profissionais de saúde e da Defesa Civil de cada município.
O alerta meteorológico permanece em vigor até quarta-feira (4), mas poderá ser atualizado conforme a evolução das condições atmosféricas. A persistência do tempo quente e seco também exige cuidados para evitar queimadas e incêndios em áreas de vegetação.
A APAC informou que continua monitorando as condições meteorológicas em Pernambuco e orienta a população a acompanhar os comunicados oficiais, especialmente nos municípios das regiões atingidas pelo calor intenso e pela baixa umidade do ar.
Com informações da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)














