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| Grupo oferecia empréstimos com juros abusivos, fazia cobranças diárias e pressionava comerciantes com ameaças. Foto: Blog Estação Notícias |
A Polícia Civil prendeu 14 pessoas investigadas por integrar uma quadrilha de agiotagem que atuava em diferentes pontos do Grande Recife. As investigações começaram em maio, depois que comerciantes procuraram as autoridades para denunciar cobranças abusivas e ameaças.
Segundo a polícia, o grupo oferecia empréstimos com juros elevados e cobrava os valores diariamente. As vítimas que tinham dificuldade para quitar as dívidas continuavam sendo pressionadas, inclusive após realizarem pagamentos.
As cobranças aconteciam por mensagens, ligações e visitas aos estabelecimentos. Em alguns casos, os envolvidos apareciam usando máscaras, consumiam produtos dos comerciantes ou acompanhavam familiares das vítimas para aumentar a pressão
pelo pagamento.
O esquema funcionava principalmente no distrito de Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca, além de Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, e Gaibu, no Cabo de Santo Agostinho.
A investigação também aponta que a quadrilha recrutava principalmente imigrantes colombianos e venezuelanos recém-chegados ao Brasil para distribuir panfletos e fazer cobranças. Segundo a polícia, essas pessoas eram atraídas com promessas de trabalho, moradia e outros benefícios.
Os investigadores identificaram uma divisão de funções dentro do grupo, com financiadores, supervisores, cobradores e panfleteiros.
Durante a operação, foram apreendidos veículos, celulares, dinheiro e materiais usados na divulgação dos empréstimos.
Dos 14 presos, seis continuam detidos, incluindo uma mulher que está em prisão domiciliar. Os demais respondem em liberdade, com medidas cautelares.
A Polícia Civil continua investigando para identificar os responsáveis pelo financiamento do esquema e apontar quem estaria à frente da organização.
Segundo a polícia, o grupo oferecia empréstimos com juros elevados e cobrava os valores diariamente. As vítimas que tinham dificuldade para quitar as dívidas continuavam sendo pressionadas, inclusive após realizarem pagamentos.
As cobranças aconteciam por mensagens, ligações e visitas aos estabelecimentos. Em alguns casos, os envolvidos apareciam usando máscaras, consumiam produtos dos comerciantes ou acompanhavam familiares das vítimas para aumentar a pressão
pelo pagamento.
O esquema funcionava principalmente no distrito de Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca, além de Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, e Gaibu, no Cabo de Santo Agostinho.
A investigação também aponta que a quadrilha recrutava principalmente imigrantes colombianos e venezuelanos recém-chegados ao Brasil para distribuir panfletos e fazer cobranças. Segundo a polícia, essas pessoas eram atraídas com promessas de trabalho, moradia e outros benefícios.
Os investigadores identificaram uma divisão de funções dentro do grupo, com financiadores, supervisores, cobradores e panfleteiros.
Durante a operação, foram apreendidos veículos, celulares, dinheiro e materiais usados na divulgação dos empréstimos.
Dos 14 presos, seis continuam detidos, incluindo uma mulher que está em prisão domiciliar. Os demais respondem em liberdade, com medidas cautelares.
A Polícia Civil continua investigando para identificar os responsáveis pelo financiamento do esquema e apontar quem estaria à frente da organização.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog Estação Notícias
Com informações do Blog Estação Notícias













