quinta-feira, 18 de julho de 2019

Municípios da Paraíba recebem mais de R$ 31 milhões do FPM nesta sexta



Os 223 municípios da Paraíba vão receber, nesta sexta-feira (19), um total de R$ 31.349.352,11 referentes ao segundo decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desse total, R$ 6,2 milhões são destinados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
João Pessoa é a cidade que vai receber a maior fatia do repasse, R$ 3.249.540,79. Nacionalmente, serão distribuídos R$ 998,7 milhões; dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) mostram que o 2º decêndio de julho de 2019, comparado com mesmo decêndio do ano anterior, apresentou crescimento de 9,14%.

ELEMENTO É PRESO COM CARRO ROUBADO EM TORITAMA



Cinquenta anos depois de a missão Apollo 11 pousar na Lua pela primeira vez, chegou a hora de voltar. Novas viagens tripuladas estão previstas, além da criação de uma base orbital e da chegada da primeira mulher ao satélite. Qual é a razão de tudo isso? Se aproximar de um projeto de “Lua colonizável” e, assim, criar um lugar para fazer escala antes de chegar até Marte.
A agência espacial americana (Nasa) quer estabelecer presença humana permanente na Lua na próxima década. A nave Gateway está em fase de projeto e deverá orbitar o satélite natural. Ela será um “escritório” para os astronautas a cinco dias de viagem da Terra.
A primeira parte da Gateway deverá ser lançada em 2022. Depois, o Sistema de Lançamento Espacial (SLS, sigla em inglês) levará dois novos módulos para acoplar à nave orbital. Toda essa infraestrutura será o núcleo para a exploração humana da Lua, transformando-a em uma base para a próxima missão. Os testes devem começar em uma missão não tripulada no ano que vem.
ISS – Lua – Marte
A viagem até a Lua é mil vezes mais distante do que até a Estação Espacial Internacional (ISS) – a atual estrutura de pesquisas na órbita da Terra. O próximo passo da Nasa será incentivar mais o uso de recursos privados para manter a ISS e investir dinheiro americano (de parceria público-privada) nas pesquisas lunares.
O governo deve incluir 1,6 bilhão de dólares (R$ 6 bilhões) a mais no orçamento da agência em 2020. As novas ferramentas, instrumentos e equipamentos implantados precisam abrir caminho para a chegada até Marte.
Jim Bridenstine, diretor-administrativo da Nasa, anunciou em abril deste ano que os planos de exploração têm duas etapas principais: levar a primeira mulher à Lua até 2024 e estabelecer missões sustentáveis até 2028.
Na celebração de 50 anos do Apolo 11, Nasa confirma que mulher será próxima a pisar na lua
A primeira astronauta
O envio da primeira mulher à Lua é questão de igualdade. Até hoje, doze seres humanos pisaram no satélite, e todos são homens.
As missões Apollo, que há meio século encabeçaram a corrida espacial dos Estados Unidos contra a União Soviética, não extravasaram para uma discussão de igualdade nas agências espaciais. Na verdade, isso nem era possível, porque a carreira de astronauta na década de 60 exigia testes militares. E o exército americano, assim como acontecia na maior parte do mundo, não aceitava mulheres.
“Com o final da Guerra Fria, os orçamentos dos programas espaciais minguaram e a aventura humana no espaço ficou cara”, explicou o professor de astronomia da USP João Steiner.
Dali em diante, as missões usaram robôs e sondas. Com a ajuda da tecnologia, o homem já chegou a Marte, Plutão, Saturno, Júpiter e até ao Sol.
Uma missão americana com uma mulher só ocorreu em 1978, com Sally Ride; os russos foram os pioneiros e enviaram Valentina Tereshkova, em 1963. Desde então, o mundo já realizou 138 lançamentos, com 60 mulheres a bordo. Mas até hoje nenhuma pisou na Lua.
Artemis
Essa reparação histórica está prevista para acontecer até 2024. A agência americana vai lançar a Artemis, a nova missão para o satélite. O nome é uma homenagem à gêmea de Apollo, a deusa da Lua.
“O retorno do ser humano tem a ver com a parte humana das descobertas, nem tanto política. O homem, quando pisa em alguma coisa, entende melhor. Na realidade, robôs fazem coisas maravilhosas sem a presença humana, mas gostamos de ir lá e ver com os próprios olhos.” – Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional.
Em toda a história, o homem ficou 80 horas sobre superfície lunar. Por isso, ainda não houve contato científico maior com o regolito, material disponível no solo.
A Artemis pretende descobrir:
  • Como se mover com segurança e desvendar o material do solo da Lua;
  • Como conseguir montar uma estrutura em solo lunar;
  • Testar tecnologias que podem ser aplicadas nas pesquisas em Marte;
  • Como manter seres humanos mais tempo fora da Terra.
O plano inclui também a tentativa de chegar pela primeira vez ao polo Sul da Lua, onde há evidências de gelo, mas ainda sem comprovação se isso de fato representa uma reserva aquática extraterrestre.
“Na realidade, sobre a Lua, uma coisa de que ainda temos dúvida é sobre a quantidade de água. Isso é muito importante para uma possibilidade de ter realmente uma colônia fora da Terra. Se não tiver água, vamos levar. A mesma coisa em Marte, e isso é importante também para estabelecer custos”, explica Daniela.
Novas tecnologias
Para chegar mais longe, é preciso mais tecnologia. A cientista Parvathy Prem, formada em Cingapura e que trabalha no Laboratório de Física Aplicada de Johns Hopkins, projetou um software para a Nasa que pode contribuir com essa nova fase.
Seu programa é capaz de pulverizar cerca de 300 litros de água e outros gases a quilômetros do pouso. Isso pode ajudar os astronautas a andar uma distância maior.
Parvathy, segundo a Nasa, trabalha para entender como a água se comporta na Lua. Ela se acomoda na superfície? Como fazer um reservatório? São algumas respostas que a Artemis pode vir a responder.
Caminho até Marte
Mineiro, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, Ivair Gontijo trabalha na missão Mars 2020. Essa não é a primeira experiência: ele ajudou na descida do robô Curiosity. Essa missão triunfou desde 2012 e encontrou moléculas orgânicas, desvendou detalhes sobre as estações climáticas marcianas e detalhou as variações de temperatura do planeta – faz -90ºC nas noites de inverno e 0ºC nas noites de verão.
Só de descobrir a temperatura é possível entender que colonizar Marte não é uma missão simples. Por isso, Gontijo conta que a permanência na Lua pode ajudar no desenvolvimento de tecnologias para produzir oxigênio e alimentos para chegar até o planeta vermelho no futuro.
“É importante levar as matérias primas para a Lua e depois usar as mesmas até Marte”, disse. Gontijo escreveu um livro, o “A caminho de Marte: A incrível jornada de um cientista brasileiro até a Nasa”, onde comenta essa relação e explica as comprovações científicas da chegada do homem à Lua.
Segundo Gontijo, são movimentos paralelos nas pesquisas espaciais. A missão Mars 2020 também levará instrumentos para a produção de oxigênio. Eles pretendem observar reações químicas, um caminho para encontrar vida no planeta vermelho.
Daniela Lazzaro, do Observatório Nacional, explica que o grande problema para mandar missões tripuladas para Marte é o tempo que demora para chegar até lá. A Lua pode funcionar como uma estação antes de chegar.
“O nosso corpo não aguentaria. Se você quebra uma perna no espaço e fica 15 dias parado, o seu músculo já afina. Imagina meses e meses sem gravidade
“Uma base na Lua poderia ajudar a ir mais longe. Seria uma escala e também um laboratório para a gente se adaptar às viagens no espaço”, diz Daniela Lazzaro, do Observatório Nacional.

Homem se mata após eliminação do Flamengo na Copa do Brasil



Na madrugada desta quinta-feira (18), um homem se matou após e eliminação do time carioca, Flamengo, da Copa do Brasil. A tragédia aconteceu no Loteamento Santa Cecília, localizado no bairro Pajuçara, zona Norte de Natal. 
De acordo com o 4º Batalhão de Polícia Militar, a esposa da vítima informou que ele chegou irritado em casa após passar por problemas externos e, segundo ela, a derrota do time teria servido como a “gota dágua”.
O Flamengo foi derrotado pelo Athlético Paranaense nos pênaltis, em pleno Maracanã, e foi eliminado nas quartas de final da Copa do Brasil, após empatar em 1 a 1.

Maioria dos professores aprende sozinha sobre tecnologia




A maior parte dos professores das escolas do país busca sozinha formação sobre tecnologias. Segundo a pesquisa TIC Educação, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), divulgada hoje (16), 92% dos professores de escolas públicas e 86% de escolas particulares buscam, por conta própria, se informar sobre novos recursos que podem usar no ensino e sobre inovações tecnológicas.
Vídeos e tutoriais online são alguns dos recursos usados. O percentual de professores que dizem aprender por esse meio passou de 59% em 2015 para 75% em 2018, percentuais semelhantes entre professores que lecionam em escolas públicas e particulares.
Na outra ponta, 26% dos professores de escolas públicas e 15% das particulares dizem receber formação das secretarias de ensino e, enquanto 60%, nas particulares recebem apoio para informações sobre tecnologia dos coordenadores pedagógicos, esse percentual cai para 35% entre os docentes das escolas públicas.
“Os que os dados revelam é que eles têm se interessado pelo uso das tecnologias no processo de ensino e aprendizagem, têm buscado, seja em cursos, seja em tutoriais vídeos online, mas a formação formal, que a gente pode dizer que é ofertada pela própria escola e pela rede de ensino, ainda precisa de algum aprimoramento”, diz Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação.

Formação na graduação

A pesquisa mostra que a defasagem vem desde a formação inicial, quando os professores estão na faculdade. Pouco mais da metade, 54% dos professores de até 30 anos, disse que cursou uma disciplina na graduação sobre o uso de tecnologias na aprendizagem. A porcentagem cai quando se tratam de professores mais velhos. Entre os de 31 a 45 anos, 48% tiveram uma aula específica sobre o assunto e, entre aqueles com 46 anos ou mais, apenas 34%.
No total, metade dos professores disse que pelo menos participou, na graduação de cursos, debates ou palestras promovidos pela faculdade sobre o uso de tecnologias em atividades de ensino e aprendizagem; 55% disseram que os professores falavam nas aulas sobre como utilizar tecnologias em atividades de ensino e aprendizagem; e, 38% disseram que realizaram projetos ou atividades para a faculdade sobre o assunto.
Depois que deixaram a faculdade, a formação continuada também deixou a desejar, apenas 30% dos professores das escolas particulares e 21% das escolas públicas participavam, no ano passado, de algum programa de formação para os professores sobre o uso das tecnologias.
“A formação de professores é um aspecto relevante para o uso da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem. Eles acabam sendo mediadores no uso crítico responsável da tecnologia. A conectividade depende dos professores estarem capacidades, de serem formados para o uso desses recursos e para extraírem o máximo desses dispositivos”, diz Daniela.

Formação de professores

A formação dos professores está entre os itens que constam no Compromisso Nacional pela Educação Básica, documento apresentado pelo Ministério da Educação (MEC) como um plano de ação na educação básica, que vai da educação infantil ao ensino médio.
O MEC pretende concluir também até novembro deste ano a revisão do texto da Base Nacional Comum da Formação de Professores da Educação Básica. O documento orientará a formação de professores em licenciaturas e cursos de pedagogia em todas as faculdades, universidades e instituições públicas e particulares de ensino do país.

Pesquisa

A 9ª edição da pesquisa TIC Educação foi realizada em todo o país com 11.142 estudantes de 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 2º ano do ensino médio. Participaram ainda 1.807 professores de língua portuguesa, de matemática e que lecionam múltiplas disciplinas, 906 coordenadores pedagógicos e 979 diretores. Todos de escolas localizadas em áreas urbanas. Compõem também a amostra 1.433 diretores ou responsáveis por escolas rurais.
As entrevistas e os questionários foram aplicados entre agosto e dezembro de 2018. A pesquisa foi realizada pelo CGI.br por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR.

Justiça aumenta pena de trio de canibais que matou e vendeu corpo de jovem em Pernambuco



Justiça de Pernambuco decidiu aumentar as penas de prisão do trio de canibais que matou e vendeu o corpo de uma jovem em Pernambuco. A decisão foi para as penas estabelecidas em júri popular em 2014 para o trio pelo assassinato da adolescente Jessica Camila da Silva Pereira, à época com 17 anos. O pedido foi feito pelo Ministério Público. 
Jorge Beltrão Negromonte da Silveira havia sido condenado a 21 anos e seis meses de reclusão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, além de um ano e seis meses de detenção por vilipêndio. Agora, terá que cumprir 27 anos de prisão e um ano e meio de detenção. Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva haviam sido condenadas, cada uma, a 19 anos de prisão e um de detenção pelos mesmos crimes de Jorge. Com o aumento, penas passam para 24 anos de prisão e um de detenção. 
Segundo a procuradora de justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Eliane Gaia, o antigo tempo de prisão foi muito pouco para o trio, uma vez que a juíza penalizou os acusados ‘brandamente’, disse. 
Relembre o caso                   
Jéssica Camila foi assassinada em 2008, em Rio Doce, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, mas o crime só foi descoberto quatro anos depois, em 2012, quando partes do seu corpo foram encontradas na parede da casa dos acusados. Jéssica era vendedora de doces em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, e foi escolhida pelo trio por ser considerada um alvo fácil e por ter uma filha. Após o assassinato de Jéssica, Bruna Oliveira se passou pela mãe da criança, falsificando os documentos. 
O grupo fazia parte de uma seita chamada “Cartel”, que foi fundada por Jorge Beltrão, e considerava Jéssica impura. Na época, eles alegaram que os crimes faziam parte de um ritual, o qual o corpo da vítima era dividido e o sangue servia como uma “maneira de se purificar”. O grupo também admitiu o consumo da carne humana para que houvesse uma “maior purificação”.

Bolsa Família registra 11 mil desligamentos em 2019




Em 2019, mais de 11 mil famílias já solicitaram desligamento voluntário do Bolsa Família. Segundo a diretora do Departamento de Benefícios do Ministério da Cidadania, Caroline Paranayba, se a família que solicitou o desligamento voluntário precisar novamente do benefício, o processo é simples. 
“Se a família pediu o desligamento voluntário até 36 meses atrás, basta fazer a conta; se foi a menos de 3 anos, é só procurar o setor responsável pelo Bolsa Família na sua cidade, levar a documentação e solicitar a reversão do cancelamento.”
Famílias consideradas abaixo da linha da pobreza, com renda per capta de até R$ 178 por mês, tem retorno garantido ao programa. Para solicitar a reinclusão, o beneficiário deve procurar o setor responsável pelo Bolsa Família de seu município. É necessário levar CPF ou título de eleitor e documento de identificação do responsável familiar. Além disso, é preciso apresentar a documentação de todos os integrantes da família, para atualizar o cadastro.

Polícia Civil de Vertentes prende homem acusado de homicídio qualificado.



Na manhã desta quinta-feira policiais lotados na Delegacia de Polícia Civil de Vertentes deu cumprimento a mandato de prisão provisória a Edjeferson Profirio da Silva Filho, vulgo 'Cascão', que no dia 02/04/2017, neste município de Vertentes, matou a facadas seu desafeto, WILSON APRIGIO CABRAL DA SILVA. Em seguida ao fato, EDJEFERSON se evadiu da cidade de Vertentes e se encontrava foragido até o dia de hoje. Policiais da Delegacia de Vertentes em conjunto com Policiais da equipe Malhas da Lei realizaram investigações e descobriram que o acusado estava escondido na cidade de Maceió/AL. No dia de hoje, 18/07/2019, policiais da Delegacia 131 Circuncisão Vertentes juntamente com a equipe Malhas da Lei, sob o comando do Delegado Ednaldo Moscoso Borges, viajaram a cidade de Maceió/AL, lá estando, localizaram o autor do crime acima citado e deram cumprimento ao Mandado de Prisão Provisória, expedido pelo Juiz da Vara Única da Comarca de Vertentes, Solon Otávio de França, em desfavor do *EDJEFERSON PROFIRIO DA SILVA FILHO*, *vulgo CASCÃO*, pela prática do crime de HOMICÍDIO QUALIFICADO.

Após os procedimentos de praxe, o preso foi encaminhado ao presídio de Santa Cruz do Capibaribe.



Vazamento: Moro interferiu nas delações


Mensagens apontam que Moro interferiu em negociação de delações

Conversas mostram divergência entre procuradores da Lava Jato sobre condições apresentadas pelo então juiz para aceitar acordo



Mensagens privadas trocadas por procuradores da Operação Lava Jato em 2015 mostram que o então juiz federal Sergio Moro interferiu nas negociações das delações de dois executivos da construtora Camargo Corrêa, cruzando limites impostos pela legislação para manter juízes afastados de conversas com colaboradores.

As mensagens, obtidas pelo The Intercept Brasil e examinadas pela Folha e pelo site, revelam que Moro avisou aos procuradores que só homologaria as delações se a pena proposta aos executivos incluísse pelo menos um ano de prisão em regime fechado.

A Lei das Organizações Criminosas, de 2013, que definiu regras para os acordos de colaboração premiada, diz que juízes devem se manter distantes das negociações e têm como obrigação apenas a verificação da legalidade dos acordos após sua assinatura.

O objetivo é garantir que os magistrados tenham a imparcialidade necessária para avaliar as informações fornecidas pelos colaboradores e os benefícios oferecidos em troca no fim do processo judicial, quando cabe aos juízes aplicar as penas negociadas se julgarem os resultados da cooperação efetivos.

As mensagens obtidas pelo Intercept mostram que Moro desprezou esses limites ao impor condições para aceitar as delações num estágio prematuro, em que seus advogados ainda estavam na mesa negociando com a Procuradoria.

Os diálogos revelam também que a interferência do juiz causou incômodo entre os integrantes da força-tarefa à frente do caso em Curitiba, que nessa época divergiam sobre a melhor maneira de usar as delações para dar impulso às investigações.

Filho de Bolsonaro pode ser barrado pelo Supremo




A indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil em Washington pode ser barrada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Ministros já discutem entre si sobre a inconstitucionalidade da decisão de Jair Bolsonaro de escolher o próprio filho para o cargo. Um embaixador, na visão deles, representa o Brasil e não a pessoa do presidente.

A súmula que permite à autoridade nomear parentes para o exercício de cargo de natureza política, portanto, não se aplicaria ao caso.

Em duas decisões de 2018, por exemplo, um dos magistrados escreveu que mesmo escolhas de parentes para cargos políticos devem ser vetadas quando há “manifesta ausência de qualificação técnica” do indicado. Ou de idoneidade moral.

O ministro Marco Aurélio Mello já se manifestou publicamente contra a decisão de Bolsonaro.

Magistrados como Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Edson Fachin estariam entre os que tendem a examinar com rigor a decisão do presidente.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)

Mais um pai: Eduardo Bolsonaro cria um imposto único




Flávio Bolsonaro, que vai apresentar no Senado uma proposta de criação de um imposto único sobre movimentação financeira, diz que tem como norte “a simplificação tributária, o que por si só já aumentaria a arrecadação, uma vez que a sonegação tende a diminuir ao ficar mais fácil pagar os tributos”.

Em uma mensagem enviada à coluna, ele afirma também que “a estratégia apresentada pelo Instituto Brasil 200, que é a que mais se assemelha à do governo, é acertada ao tratar primeiro e em separado os impostos federais”.

O senador abraçou o projeto lançado pelo instituto, que reúne empresários apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

 “Incluir no mesmo pacote os estaduais e municipais sempre foi o principal entrave para aprovar a reforma tributária. O ótimo é inimigo do bom”, conclui ele. (Mônica Bergamo – FSP)