"Embora tenha sido fundado com a ideia de reunir policiais que trabalharam durante o Carnaval e não puderam brincar, o bloco não tem mais essa característica. É um evento particular que não interessa nem ao município nem à Polícia Militar, pois, hoje, a PM precisa deslocar mais de 400 homens para dar segurança ao desfile. Temos vários vídeos com depredações de ônibus, paradas, brigas, não há um ganho cultural, sem falar nas constantes reclamações dos moradores, engarrafamentos", justificou o secretário.
O gestor salientou que a agremiação pode solicitar licença para outro lugar, adequando-se às novas regras estabelecidas (como limitação a oito trios e não cruzar grandes corredores), que ela será avaliada. "Não queremos acabar com o Camburão, apenas disciplinar a orla, inclusive sugerimos que o evento fosse realizado em lugar fechado, como no Centro de Convenções", disse, complementando: "Outros eventos, como a Marcha para Jesus, ainda vamos avaliar". jornal do comercio.
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