A dona de casa Alaisa Maria dos Santos, de 24 anos de idade, residente no loteamento Jaçanã em Santa Cruz do Capibaribe, tem dois filhos ainda criança, sendo uma menina de 2 e o menino de 5 anos. Ela procurou a reportagem do Agreste Notícia para reclamar a exclusão de seu filho do desfile cívico acontecido nesse último 7 de Setembro na Capital da Moda.
Segundo ela (Alaisa), seu filho estuda na Creche do bairro Santo Agostinho e para saber se ele poderia participar do desfile, procurou a professora, sendo informada que não haveria possibilidades. “Nem meu filho, nem mesmo meu sobrinho que também é portador do Autista puderam desfilar. A professora usou o argumento que a prefeitura não arrumou um carro para disponibilizar para que eles desfilassem, então isso me deixou bastante chateada, pois o nosso prazer é ver nosso filho desfilar, mesmo sendo ele um portador de deficiência”, desabafou.
A mãe do garoto chegou a se emocionar e disse que se tivesse sido liberado, ela mesma teria levado o filho no braço. “Se precisasse eu mesmo levaria ele nos braços”, garantiu.
Segundo ela (Alaisa), seu filho estuda na Creche do bairro Santo Agostinho e para saber se ele poderia participar do desfile, procurou a professora, sendo informada que não haveria possibilidades. “Nem meu filho, nem mesmo meu sobrinho que também é portador do Autista puderam desfilar. A professora usou o argumento que a prefeitura não arrumou um carro para disponibilizar para que eles desfilassem, então isso me deixou bastante chateada, pois o nosso prazer é ver nosso filho desfilar, mesmo sendo ele um portador de deficiência”, desabafou.
A mãe do garoto chegou a se emocionar e disse que se tivesse sido liberado, ela mesma teria levado o filho no braço. “Se precisasse eu mesmo levaria ele nos braços”, garantiu.
Em entrevista ao Agreste Notícia, a genitora da criança disse que espera que no próximo ano, o garoto possa desfilar assim como as outras crianças. “Eu espero que no próximo ano meu filho possa desfilar e eu como mãe, tenha a oportunidade de registrar fotos dele no desfile. Pois todas as crianças da creche tiveram essa oportunidade, menos meu filho e meu sobrinho”.
Dona Alaisa disse acreditar que isso se tratou de preconceito com o problema de seu filho.
Dona Alaisa disse acreditar que isso se tratou de preconceito com o problema de seu filho.
Tentamos entrar em contato com o Secretário de Educação, mas não obtivemos êxitos.
Por: Emanuel Carlos Fonte: Agreste Notícias

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