quinta-feira, 28 de novembro de 2019

André de Paula: 'Não quero ser um prefeito, mas o prefeito'


'Recife e André de Paula estão no mapa das prioridades absolutas do partido'

André de Paula
André de Paula tem os dias contados à frente da liderança do PSD na Câmara Federal. A contagem regressiva tem a ver com uma costura que teve sua benção e levará o primeiro vice-líder, Diego Andrade, a substituí-lo na liderança. "Por unanimidade, ele vai ser meu substituto, foi uma coisa consensual, ajustada", observa André à coluna. Resultado: a partir do final de janeiro, quando entrega o posto a Diego, ele já tem de cor uma lista de atividades a executar e ela inclui o seguinte: "se dedicar ao fortalecimento do partido, ampliar a presença nas bases, focar em conversas que priorizam a tese de candidatura própria no Recife e filiar pré-candidatos". Em outras palavras, André vai acelerar o processo de construção política de uma possível candidatura majoritária na Capital pernambucana.
A decisão do diretório nacional é ter candidatura nas cidades, onde há tempo de rádio, TV, que somam na corrida para fortalecer a imagem do partido. "Todas as condições que o partido oferece às candidaturas que considera prioritárias estão oferecidas a mim para tocar esse projeto", registra André e emenda: "Recife e André de Paula estão no mapa das prioridades absolutas do partido". Com fundo partidário, tempo de TV e o partido cobrando, André adverte: "A gente não pode ser candidato da gente mesmo". E, ciente da folha de serviços prestados, ele destaca o seguinte: "Não quero ser apenas candidato para ganhar eleição, não quero ser um prefeito a mais. Para mim, a única alternativa que se coloca é ser o prefeito, é construir unidade, base de apoio político para fazer a diferença, para ser o prefeito. Só isso me motiva". 
Com CPI instalada
Seguindo a tradição de que o autor do pedido da CPI assume a relatoria da mesma, João Campos será o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar as causas do derramamento de óleo que atingiu o litoral brasileiro. A previsão é de que haja uma frequência média de duas reuniões por semana. Como a coluna havia antecipado, o líder do PSB, Tadeu Alencar, avisara a Rodrigo Maia que trabalharia pela relatoria.
O trade > Quando ecoaram as especulações de que o trade turístico não via com bons olhos a criação de uma CPI, preocupado com o risco de proliferação de notícias negativas, João Campos cuidou de procurar, ali, o deputado Herculano Passos (MDB-SP), vice-líder do governo na Câmara e presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, para tratar do assunto. Ontem, Herculano foi indicado presidente da CPI.
Primeira hora > Procurado por João Campos naquela ocasião, Herculano Passos, de pronto, defendera a instalação, a despeito das resistências do trade. Apoiou logo a ideia.
Pernambucanos > De Pernambuco, estão integrando a CPI os deputados: Ossesio Silva, Renildo Calheiros e Carlos Veras.
Roteiro > João Campos pretende visitar os orgãos que estão conduzindo as investigações. No roteiro de trabalho, estão previstas visitas, por exemplo, à Polícia Federal do Rio Grande do Norte, Ministério Público Federal e Marinha até o final do ano.
cultura > Idealizada e presidida pelo deputado federal Felipe Carreras, a Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e Entretenimento, foi lançada ontem na presença do
Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

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