Um soldado da Polícia Militar de Pernambuco foi expulso da corporação após furar uma blitz da Operação Lei Seca conduzindo veículo roubado e com placas clonadas. Um ex-PM também participou da ação e recebeu a mesma penalidade em hipótese de eventual reintegração.
A decisão foi publicada em portaria no Diário Oficial de Pernambuco dessa terça-feira (7), assinada pelo secretário estadual de Defesa Social, Alessandro Carvalho.
O documento informa que um Processo Administrativo Disciplinar Militar foi instaurado com a finalidade de apurar as acusações e comprovou os fatos.
"Restou confessado o planejamento de ação armada e clandestina com finalidade homicida, operando à margem de qualquer controle institucional", detalha a portaria.
Ainda de acordo com a decisão, a conduta infringiu diretamente os preceitos ético-disciplinares, ao defenestrar letalmente a honra pessoal, o sentimento do dever, o pundonor militar e o decoro da classe.
A conduta violou o Regulamento de Ética Profissional e o Estatuto dos Militares do Estado de Pernambuco.
"Determino a imposição aos aconselhados da reprimenda disciplinar de exclusão a bem da disciplina, devendo a sanção ser anotada em seus assentamentos funcionais, condicionando-se a execução da penalidade em face do ex-PM à hipótese de eventual reintegração às fileiras da corporação", afirma o documento assinado pelo secretário Alessandro Carvalho.
A decisão foi publicada em portaria no Diário Oficial de Pernambuco dessa terça-feira (7), assinada pelo secretário estadual de Defesa Social, Alessandro Carvalho.
O documento informa que um Processo Administrativo Disciplinar Militar foi instaurado com a finalidade de apurar as acusações e comprovou os fatos.
"Restou confessado o planejamento de ação armada e clandestina com finalidade homicida, operando à margem de qualquer controle institucional", detalha a portaria.
Ainda de acordo com a decisão, a conduta infringiu diretamente os preceitos ético-disciplinares, ao defenestrar letalmente a honra pessoal, o sentimento do dever, o pundonor militar e o decoro da classe.
A conduta violou o Regulamento de Ética Profissional e o Estatuto dos Militares do Estado de Pernambuco.
"Determino a imposição aos aconselhados da reprimenda disciplinar de exclusão a bem da disciplina, devendo a sanção ser anotada em seus assentamentos funcionais, condicionando-se a execução da penalidade em face do ex-PM à hipótese de eventual reintegração às fileiras da corporação", afirma o documento assinado pelo secretário Alessandro Carvalho.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Folha de Pernambuco

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