Mostrando postagens com marcador Bandeira Verde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bandeira Verde. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Bandeira verde: conta de energia não terá cobranças extras em agosto


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz no mês de agosto, após a mudança na bandeira tarifária em julho, que não acontecia há dois anos.

Mesmo com o retorno da bandeira verde, sem cobrança adicional na conta, a Neoenergia Pernambuco chama atenção para a necessidade de adoção de consumo consciente de energia elétrica.

Mesmo dispondo da Bandeira Verde, é possível reduzir ainda mais o valor da conta de luz. Além disso, o cliente contribui com o meio ambiente evitando desperdícios com a adoção de pequenas mudanças de hábitos.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog Estação Notícias

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Aneel mantém bandeira tarifária verde para outubro na conta de Luz


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em outubro para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz pelo sexto mês seguido.

A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado no fim de junho pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras Tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril deste ano, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional (SIN) é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) prevê bandeira verde na conta de luz até o fim do ano


A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) definiu pela manutenção da bandeira verde para o consumo de energia no mês de agosto devido às boas condições de geração de energia por meio de usinas hidrelétricas. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aponta "um pleno atendimento" na geração de energia até o final do ano, num cenário distante da escassez hídrica enfrentada nos últimos anos.

A Aneel informou ao mercado e aos consumidores que as condições de geração de energia elétrica nas usinas hidrelétricas continuam favoráveis, não sendo necessário acionar usinas mais caras. Assim, a bandeira ver será válida para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional, ou seja, à malha de transmissão de energia que conecta usinas e consumidores.

O sistema de bandeiras tarifárias existe para sinalizar o custo real da energia gerada. Mudanças para bandeira amarela ou verde ocorrem especialmente quando as condições de geração não são favoráveis.

Informações da ONS apontam para "um pleno atendimento durante todo o período, com os níveis de armazenamento dos reservatórios significativamente superior aos verificados em 2021", ano em que o Brasil sofreu com escassez hídrica. Com os baixos níveis dos reservatórios, o país precisou recorrer a outras fontes de energia, além das hidrelétricas.

O ONS destacou que, para este ano, a expectativa de armazenamento no subsistema Sudeste/Centro-Oeste ao fim de dezembro é de 39,7%, 14 pontos percentuais acima do nível de 2021, no cenário mais conservador.

No cenário mais otimista, a expectativa é de que os reservatórios atinjam 55,7%, podendo chegar a dezembro com 30 pontos percentuais a mais do verificado no ano passado, diz o órgão. A previsão para o fim de julho nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, é de 62,1%, 86,6%, 80,9% e 96,8%, respectivamente. Vale destacar que, embora no fim do mês já estejamos no meio do período seco, três regiões deverão chegar acima de 80%.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Correio Braziliense

terça-feira, 12 de abril de 2022

Conta de luz deve ter bandeira verde até o fim do ano


Cinco dias após o presidente Jair Bolsonaro anunciar o fim de bandeira de escassez hídrica na conta de luz e a entrada em vigor da bandeira verde a partir de 16 de abril, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que ela deve vir para ficar. Novas mudanças não são esperadas até o fim de ano. Isso significa que provavelmente as tarifas não voltarão a sofrer acréscimos em 2022.

"Essa é a expectativa", disse nesta última segunda (11) Luiz Carlos Ciocchi, diretor-geral do ONS. A entidade é responsável por coordenar e controlar as operações de geração e transmissão de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN).

O sistema de bandeiras tarifárias é o que define o real custo da energia. Quando as condições de geração de energia não são favoráveis, é preciso acionar as usinas termelétricas, elevando os custos. Assim, cobranças adicionais têm por objetivo cobrir a diferença e também funcionam para frear o consumo.

Quando vigora a bandeira verde, não há acréscimos na conta de luz. Já na bandeira amarela, o consumidor paga um adicional de R$ 0,01874 para cada quilowatt-hora (kWh). A bandeira vermelha é dividida: no patamar 1, o acréscimo é de R$ 0,03971 e no patamar 2 é de R$ 0,09492.

No ano passado, foi criada a bandeira de escassez hídrica, que fixa um acréscimo de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos. Ela estava vigente há sete meses, desde setembro. Segundo o governo federal, a medida era necessária para compensar os custos da geração de energia, que ficaram mais caros em consequência do período seco em 2021, apontado como o pior em 91 anos.

Ciocchi afirmou que, com o volume de chuvas registrado desde o fim do ano passado, a atual situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas permitirá ao país atravessar o restante do ano de forma mais tranquila e segura do que em 2021. "Sudeste e Centro-Oeste terminam o período de chuvas no melhor nível desde 2012", observou.

Segundo o diretor-geral da ONS, a geração térmica deverá se limitar às usinas inflexíveis, que são aquelas que não podem parar e que possuem uma capacidade em torno de 4 mil MW (megawatts). Nos piores momentos da crise hídrica de 2021, as térmicas respondiam por mais de 20 mil MW.

Atualmente, as hidrelétricas são responsáveis por cerca de 65% da geração de energia no país. A matriz brasileira vem sendo modificada nos últimos anos com o crescimento de novas fontes renováveis, como eólica, que já representa aproximadamente 9% do total.

Apesar da recuperação das usinas hidrelétricas, Ciocchi considera ter sido acertada a decisão do governo de contratar térmicas emergenciais no ano passado. Elas deverão garantir, até dezembro de 2025, a reserva de energia que era considerada necessária para uma recuperação de longo prazo. "Na hora que tomamos a decisão, existia uma incerteza muito grande. Tínhamos duas escolhas: o arrependimento de contratar e o arrependimento de não contratar", pontuou.

Da redação do Blog Vertentes Notícias