A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) divulgou, nesta terça-feira (24), a previsão climática para o trimestre de abril, maio e junho de 2026 em Pernambuco. O cenário aponta para chuvas dentro da média a abaixo do esperado, além de temperaturas acima da climatologia em todas as regiões do estado.
O prognóstico foi construído a partir da Reunião de Análise e Previsão Climática para o Nordeste, coordenada pela APAC, com participação de centros estaduais de meteorologia e do Instituto Nacional de Meteorologia.
De acordo com a análise, os meses mais chuvosos no setor Leste — que abrange a Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata e Agreste — devem ter pancadas de intensidade moderada a forte, concentradas em curtos períodos e intercaladas com dias secos.
No cenário global, os modelos indicam a transição do fenômeno La Niña para condições de neutralidade no Oceano Pacífico ao longo do trimestre. No Atlântico Tropical, a tendência também é de neutralidade, com leve aquecimento do Atlântico Sul em relação ao Norte, configuração que não desfavorece as chuvas no Nordeste, mas também não garante volumes acima da média em Pernambuco.
Dados observados no início de 2026 mostram grande variabilidade na distribuição das chuvas. Entre janeiro e fevereiro, os maiores acumulados ocorreram no Sertão, enquanto regiões como a Mata Sul, a Região Metropolitana do Recife, parte do Agreste e o Sertão do Araripe registraram índices abaixo da média.
A APAC reforça que o monitoramento contínuo das condições climáticas é essencial, especialmente durante o período mais chuvoso no Leste pernambucano, quando eventos intensos podem ocorrer em curto espaço de tempo.
O prognóstico foi construído a partir da Reunião de Análise e Previsão Climática para o Nordeste, coordenada pela APAC, com participação de centros estaduais de meteorologia e do Instituto Nacional de Meteorologia.
De acordo com a análise, os meses mais chuvosos no setor Leste — que abrange a Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata e Agreste — devem ter pancadas de intensidade moderada a forte, concentradas em curtos períodos e intercaladas com dias secos.
No cenário global, os modelos indicam a transição do fenômeno La Niña para condições de neutralidade no Oceano Pacífico ao longo do trimestre. No Atlântico Tropical, a tendência também é de neutralidade, com leve aquecimento do Atlântico Sul em relação ao Norte, configuração que não desfavorece as chuvas no Nordeste, mas também não garante volumes acima da média em Pernambuco.
Dados observados no início de 2026 mostram grande variabilidade na distribuição das chuvas. Entre janeiro e fevereiro, os maiores acumulados ocorreram no Sertão, enquanto regiões como a Mata Sul, a Região Metropolitana do Recife, parte do Agreste e o Sertão do Araripe registraram índices abaixo da média.
A APAC reforça que o monitoramento contínuo das condições climáticas é essencial, especialmente durante o período mais chuvoso no Leste pernambucano, quando eventos intensos podem ocorrer em curto espaço de tempo.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)
Com informações da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)


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