sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Torneio Lego de robótica reúne no Recife mais de 400 estudantes neste fim de semana


O tema do torneio deste ano é Into Orbit (em órbita) e as 45 equipes participantes precisarão mostrar capacidade de inovação



Mais de 400 alunos das redes pública e privada de ensino participam nestes sábado (8) e domingo (9) da etapa regional do Torneio Sesi de Robótica First Lego League. O tema deste ano é Into Orbit (em órbita), e as 45 equipes participantes formadas por estudantes de 9 a 16 anos precisarão mostrar capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico por meio dos projetos inscritos nas categorias desafio do robô, design do robô, projeto de pesquisa e valores. O evento da 8h às 17h no Ginásio do Departamento de Educação Física da UFRPE, no bairro de Dois Irmãos, no Recife.
Durante o torneio, os robôs precisam cumprir uma série de missões propostas pela organização do evento. Entre os participantes, estão os estudantes do 9° ano da Escola Municipal Maria de Sampaio Lucena, localizada no bairro do Ibura, no Recife, que apresentarão o robô Geosystem, desenvolvido no segundo semestre deste ano junto com o projeto de tema "Colonizando um outro planeta: uma aventura espacial".

Segundo Wallacy Pereira, 15, que é um dos desenvolvedores do robô, a temática surgiu após uma pesquisa na internet. “Descobrimos que, em 30 anos, a terra estaria vivenciando um caos que comprometeria a viva dos seres vivos. A partir daí, escolhemos o tema e estudamos problemáticas e soluções para o desenvolvimento de plantas em outro planeta”, contou. Ainda de acordo ele, a expectativa, além de passar para a etapa nacional, é adquirir novas experiências e muito aprendizado.



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Antônio Vilarim, professor de robótica e orientador da equipe, disse que o projeto de pesquisa que integra o torneio faz com que os alunos tenham, além de experiências com o robô, novas descobertas sobre a temática. “Com as pesquisas, os estudantes do 9° ano vão apresentar a proposta de construir na terra um laboratório artificial onde cientistas possam pesquisar os tipos de plantas que sobrevivem nas condições semelhantes a Marte e isso é fruto de união e bastante estudo deles”, contou.

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