sexta-feira, 19 de julho de 2019

Mãe de Beatriz faz greve de fome em prol de agilização do caso


De acordo com informações, os pais da menina receberam, na manhã dessa quinta (18), uma denúncia anônima indicando o imóvel onde o suspeito estaria escondido



A mãe de Beatriz Mota, morta aos 7 anos de idade no município de Petrolina, em dezembro de 2015, iniciou, nessa quinta-feira (18), um processo de greve de fome. Segundo informações, Lúcia Mota esteve no fórum do Município para cobrar a expedição de um mandado de busca e apreensão na casa onde o suspeito de apagar as imagens do circuito interno da escola, Alisson Henrique de Carvalho, 40, estaria escondido. 

De acordo com informações, os pais da menina receberam, na manhã dessa quinta (18), uma denúncia anônima indicando o imóvel onde o suspeito estaria escondido. Em dezembro de 2018, um mandado de prisão preventiva por falso testemunho e fraude processual foi expedido contra ele e, desde então, a polícia não conseguiu encontrá-lo. 

As polícias Militar e Civil foram acionadas pela família e cercaram o imóvel, situado na periferia de Petrolina. Contudo, de forma que ninguém atende aos chamados, os policiais não podem entrar sem um mandado de busca e apreensão.

Confira a nota da Polícia Civil na íntegra: 
“A Polícia Civil de Pernambuco entende a emoção e dor dos familiares da menina Beatriz Mota e reitera o compromisso de todas as forças de segurança do Estado para a elucidação do caso. O inquérito hoje conta com 19 volumes e mais de 4 mil páginas com diligências sobre essa caso que desafia pela sua complexidade a PCPE, corporação que possui hoje uma das melhores taxas de resolução de homicídios do Brasil, que é 6,7 vezes maior que a média nacional.
Foi designada a delegada Polyana Neri para tratar exclusivamente do caso com equipe de policiais e estrutura necessária, além de contar com o apoio do Ministério Público e da Diretoria de Inteligência da PCPE. Ao longo do caso, avanços foram obtidos como a divulgação da imagem do suspeito. Essa imagem foi resultado do trabalho de peritos do Instituto de Criminalística (IC) para que a tornassem o mais clara possível, possibilitando a visualização das características do homem. Não é possível fornecer mais detalhes sobre a investigação porque o trabalho corre sob segredo de justiça.” 

O casoA pequena Beatriz Mota, 7 anos, foi morta com 42 facadas durante uma festa da escola onde estudava, em Petrolina, Sertão de Pernambuco. O crime brutal segue sem solução. 

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