quarta-feira, 25 de setembro de 2019

EX-GERENTE DA AGÊNCIA DO BANCO DO NORDESTE EM SANTA CRUZ É SUSPEITO DE CHEFIAR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA




 A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da ‘Operação Impunitas’ que busca envolvidos em uma organização criminosa chefiada pelos ex-gerentes do banco do Nordeste de Santa Cruz do Capibaribe e Palmares, no Agreste Setentrional e Mata Sul de Pernambuco, respectivamente.
 Segundo informações, as diligências dessa segunda fase, tiveram início pela manhã desta terça-feira (24) e tem como objetivo o cumprimento de dois mandados de prisão preventiva em desfavor de um bancário/servidor público e um empresário, além de 10 mandados de busca e apreensão, e diversas medidas cautelares decretadas, dentre elas, o sequestro patrimonial dos envolvidos, no valor de R$ 8.500,000,00 (oito milhões e quinhentos mil), prejuízo inicialmente estimado como sendo causado pela Organização Criminosa.
 Servidores do BNB operavam com a cooliderança de terceiros na cooptação de ‘laranjas’ que tinham seus nomes envolvidos em empresas de fachada com a utilização de documentos falsos para instruir operações de créditos junto ao Banco do Nordeste com recursos desembolsados em sua maioria, proveniente do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Nordeste.
 A Polícia Federal investigou os crimes que, segundo a PF, são de gestão fraudulenta de instituição financeira, lavagem de dinheiro e associação criminosa, cujas penas podem ultrapassar os 10 anos de reclusão.


 Alexandre de Morais Hissa (39 anos), solteiro, bancário, natural de Natal/RN e residente em Casa Caiada/Olinda-PE e Sandro Alves de Moura Júnior (30 anos), casado, empresário, natural de Escada/PE e residente em Cajueiro Seco/Jaboatão dos Guararapes-PE, seguem foragidos.
 Para ajudar a Polícia na localização dos suspeitos, denúncias podem ser feitas anonimamente através do Disk-Denúncia 3421-9595.
Nota de posicionamento - Sobre os financiamentos investigados pela ‘Operação Impunitas’ da Polícia Federal, com nova fase hoje, dia 24, o Banco do Nordeste informa que, desde o início, apurou as irregularidades, por meio de sua Auditoria Interna, e adotou providências disciplinares em relação aos funcionários envolvidos.
 As informações levantadas, incluindo participação de terceiros, não funcionários do Banco, já haviam sido, antecipadamente e de forma proativa, encaminhadas pelo BNB às autoridades competentes, inclusive à Polícia Federal.

 O Banco do Nordeste reafirma seu compromisso com a conformidade e com os princípios da boa governança.

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