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quarta-feira, 30 de junho de 2021

Gás de cozinha fica mais caro e média de preço no Brasil gasta 10% do salário mínimo

Gás de cozinha custa em média R$ 88,94 - Foto: Léo Motta/JC Imagem

O gás de cozinha aumentou e, no Brasil, tem uma média que custa R$ 88,94. Ou seja, o valor é quase 10% do salário mínimo, que é de R$ 1.100. De acordo com os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a alta média do gás de cozinha nas últimas quatro semanas no Brasil chegou a 4,3%. Em algumas regiões do país, segundo a apuração do SBT News, o gás de cozinha pode ser encontrado por R$ 130,00.

Já o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) aumentou em 6% em meados de junho, enquanto o gás natural (GNV), recebeu um reajuste de 1,4% nas últimas quatro semanas nos postos de abastecimento e está com um preço médio de R$ 3,88 por metro cúbico, segundo a ANP. 

A gasolina subiu 0,6% e a média é de R$ 5,695 o litro. O diesel permaneceu praticamente estável, sendo o preço médio de R$ 4,498.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Vendas nos supermercados caem 10% devido à inflação alta e a redução de auxílio

Nas últimas semanas, as vendas de produtos nos supermercados e nas redes de atacarejos do país diminuíram em torno dos 10%, segundo avaliação da Associação Paulista de Supermercados (Bruno Campos/ JC Imagem)

Nas últimas semanas, as vendas de produtos nos supermercados e nas redes de atacarejos do país diminuíram em torno dos 10%, segundo avaliação da Associação Paulista de Supermercados. A queda na demanda por parte dos consumidores teria como motivadores a disparada da inflação dos alimentos, bem como o corte pela metade do auxílio emergencial recebido por 65 milhões de brasileiros.
“Este mês todo mundo está chiando porque a venda caiu muito. Vendas nos supermercados caem 10%”, afirmou ao Estadão, o diretor de mercado da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Omar Assaf.
Inflação

De acordo com reportagem do Estadão, em outubro, a prévia da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - 15 (IPCA-15) atingiu 0,94%. O resultado é mais que o dobro da inflação registrada em setembro e a maior alta para o mês em 25 anos. A comida respondeu pela metade da inflação ao consumidor, com destaques para a carne bovina (4,83%) - item de maior peso entre os alimentos -, óleo de soja (22,34%), arroz (18,48%) e leite longa vida (4,26%), por exemplo.

Com a redução do auxílio emergencial e sem uma contrapartida de aumento do emprego, a perspectiva é que o consumo perca fôlego e a alta de preços arrefeça. Assaf lembra, por exemplo, que o 13.º dos aposentados já foi pago este ano e que essa injeção extra de recursos no último bimestre não vai ocorrer. 
“É menos dinheiro rodando na praça e menos ânimo para o cidadão repassar custos”, diz o diretor da Apas.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior