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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Prestador de serviços gerais morre após ser espancado e esfaqueado em feira de Caruaru

Este foi o 50º homicídio ocorrido no município em 2026 e o 10º do mês de maio.

O prestador de serviços gerais Adriano Gomes de Assis, conhecido como “Gago”, de 34 anos, morreu na manhã da última quarta-feira (27), em casa, no Conjunto Habitacional Fernando Lyra, em Caruaru.

Segundo familiares, Adriano foi brutalmente espancado e esfaqueado durante a madrugada do último domingo (24), nas proximidades da feira livre do bairro São João da Escócia, onde costumava trabalhar colocando bancos aos feirantes.

De acordo com a irmã da vítima, Adriano relatou à esposa que foi abordado por dois homens, que roubaram sua carteira e passaram a agredi-lo com socos, chutes e golpes de faca.

Ele foi socorrido pelo Samu e levado para o Hospital Regional do Agreste. Ainda segundo a família, Adriano recebeu alta médica na tarde da última segunda-feira (25). Já na última terça-feira (26), passou mal duas vezes, sendo levado para a UPA do bairro Salgado, onde foi medicado e liberado.

Na manhã da última quarta (27), ele não resistiu e faleceu dentro de casa.

Este foi o 50º homicídio ocorrido em Caruaru em 2026 e o 10º do mês de maio.
 
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog Estação Notícias
 

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Criminosos roubam Toyota que levava mercadoria para feira de Toritama


Um veículo de transporte alternativo, um carro e uma moto foram roubados em Caruaru, no último domingo (13). De acordo com a Polícia Civil, vítimas foram feitas de refém enquanto os assaltantes roubavam a mercadoria do veículo de transporte alternativo.

Ainda Segundo a Polícia Civil, o motorista do transporte alternativo estava levando a mercadoria para a feira Toritama quando foi abordado pelos suspeitos, que amarraram a vítima e começaram a retirar o material de dentro do veículo. Durante a ação, uma moto e um carro passaram pelo local e também foram abordados pelos assaltantes.

O motociclista, o passageiro e o outro motorista foram obrigados a ajudar os suspeitos a retirarem a mercadoria do transporte. O pai do dono da moto ficou preocupado com a demora do filho e foi atrás dele. Ao chegar no local do crime, ele também foi feito de refém.

O veículo de transporte alternativo, o carro e a moto foram abandonadas pelos suspeitos. As vítimas foram soltas e as mercadorias foram levadas pelos assaltantes. A Polícia Civil está investigando o caso.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog do Evandro Lins

sábado, 3 de setembro de 2022

Preços sobem na feira mesmo com inflação em queda; entenda

Preços de janeiro e preços de agosto apresentaram diferença - Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

Pai de três filhos pequenos, o mecânico Evandro André de Barros, de 39 anos, circula toda semana de bicicleta em bairros do Recife para entrar em vários supermercados e ver o preço mais em conta dos alimentos. Ele vai atrás de valores para saber onde comprar mais barato. No entanto, Evandro conta que não está mais conseguindo encontrar bons preços. Para ele, “está tudo muito caro em todos os lugares”.

Ao sair com poucas sacolas de um supermercado na Zona Norte do Recife, Evandro se mostrou preocupado com os altos preços. 
“Eu vou fazer o que? Tem que comprar mesmo porque meus filhos precisam de comida. Se hoje eu fosse fazer uma compra mesmo, seria mais de mil reais. Se antes eu comprava uma caixa fechada de leite para meus filhos, agora eu compro algumas unidades”, contou Evandro.
Ele ainda demonstrou surpresa com o aumento dos alimentos em tão pouco tempo. “Em uma semana já sobe muito. Antes, eu comprava uma bandeja de ovos por R$ 12 e agora está mais de R$ 20. Tudo está subindo e o nosso dinheiro estacionado”, disse Evandro, ao contar que sua esposa não trabalha porque precisa ficar em casa cuidando dos filhos.


Evandro de Barros costuma pesquisar preços nos supermercados para economizar, mas diz que não encontra mais bons preços | Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

Essa é a realidade de milhões de brasileiros. Comprar comida passou a ser um desafio. Se olharmos para os números, vamos entender. Apesar do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – inflação oficial do país – apresentar uma queda de 0,68% em julho, a inflação anual está acima dos dois dígitos há 11 meses seguidos. Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação registrou 10,07%. No ano, a inflação acumulada é de 4,77%.

Os alimentos não caem

Ao observar os grupos, a inflação de julho para alimentos e bebidas foi de 1,30%, o que representa alta de preços. Mas dois grupos apresentaram deflação, transportes (-4,51%) e habitação (-1,05%), o que explica a deflação no indicador geral, enquanto a feira está mais cara. O IPCA negativo é explicado pela queda nos preços dos combustíveis, em particular da gasolina, e da energia elétrica. Essa queda foi ocasionada a partir da medida de redução nas alíquotas do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pela Lei Complementar 194/2022, de junho deste ano.

O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), Matheus Peçanha, explica que há dois anos todas as cadeias forçaram uma inflação forte, e não foi diferente com os alimentos. 
“No caso dos alimentos, os custos diretos foram muito impactados por problemas climáticos, como geadas e chuvas, o que atrapalhou tanto as lavouras temporárias como as permanentes. Por isso, o consumidor sofreu com preço do arroz, milho, feijão e outros itens”, situou.
Mesmo com a redução de tributos no combustível e na energia elétrica, que são pesos importantes para a cadeia dos alimentos, a medida não foi suficiente para a redução nesses preços. 
“Estamos saindo do inverno, que é tradicionalmente a entressafra de muitos produtos agrícolas, como o leite e hortifrutis. Esses produtos sofrem com o inverno. O leite, por exemplo, tem uma cadeia mais longa, que demora a sentir a redução, além de ainda não haver condição favorável de pastos para a indústria leiteira, sobretudo no Centro-Oeste e no Sul do País”, analisou Matheus Peçanha. Além disso, esse período aumenta a necessidade de ração e os setores mais dependentes das cadeias de produção têm sofrido mais por causa da recessão global, que resultou em insumos mais caros.
O economista da Búzios Consultoria, Rafael Ramos, aponta que um dos motivos para que os alimentos não tenham queda nos preços é o fato de fazerem parte do grupo de produtos com preços livres, os quais não podem sofrer interferências.
“A gente vive um quadro inflacionário, que em relação a alimentos, é mundial. A queda do IPCA é ligada a preços administrados, e não aos preços livres que existem no indicador. Temos essa deflação em relação aos administrados porque eles são segurados ou até mesmo reduzidos em momentos próximos de eleição”, disse Rafael Ramos.
De acordo com a gerente de planejamento e gestão do IBGE em Pernambuco, Fernanda Estelita, a deflação registrada pode ser considerada artificial, já que foi ocasionada por fatores impostos. 
“A partir de julho, vimos até uma deflação, mas, de uma forma geral, essa deflação é artificial porque foi através de um decreto que reduziu alguns impostos e tem impacto imediato, mas não deve permanecer reduzindo ao longo do período”, contou Estelita.
Para se ter uma ideia do impacto no orçamento das famílias, a pesquisa de preços de itens da cesta básica feita pelo Procon-Pernambuco vem apontando, mensalmente, as altas nos valores. Um dos itens muito presentes nas casas dos brasileiros, o ovo teve aumento significativo. Pelo levantamento, na Região Metropolitana do Recife, a bandeja com 30 unidades de ovos tinha valor médio de R$ 15,12 em janeiro. Em agosto, ela está por R$ 20,69, em média. Um pacote de 200g de leite em pó integral estava por R$ 5,37, em média, no mês de janeiro. Já em agosto, o preço médio apresentado foi de R$ 7,72. Em julho, a cesta básica subiu 0,82%. De janeiro a agosto, soma 16,64%.

Os pobres sentem mais

Fernanda Estelita declara que, mesmo com alguma queda nos indicadores, a renda das famílias não aumenta e permanece sendo comprometida. 
“Nem todas as famílias vão perceber isso, mas as com renda mais baixa observam a conta aumentando, apesar da deflação. Ela não vê a renda aumentando. Mas o que ela comprava mês passado com um valor, quanto ela volta, os preços estão diferentes, aumentaram. Quando temos uma família de baixa renda, ela gasta uma parcela maior. Se uma tem um rendimento de R$ 1 mil e outra de R$ 5 mil, proporcionalmente a de menor orçamento gasta muito mais com alimentação. Então quando a comida aumenta de preço, ele é muito mais sacrificado”, destacou Fernanda.
O economista Rafael Ramos, conta que a deflação ocasionada por outros fatores impacta mais positivamente as famílias mais ricas. 
“Para os mais ricos é benéfico porque acaba sobrando mais renda disponível, mas para o mais pobre o cenário positivo demora a chegar, porque depende de uma cadeia que na ponta vai ter centavos menores porque não teve um custo com um deslocamento. Na classe mais rica fica uma renda disponível maior e a classe mais pobre fica impactada, existindo duas percepções para a situação”, acrescentou.
Alimentação mais cara | Arte: Folha PE

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Folha PE

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

A Feira de Flores de Holambra acontece na entrada do Home Center Ferreira Costa


São mais de 200 espécies de plantas e flores ornamentais, que poderão ser adquiridas a partir de R$5.

Na entrada do Home Center Ferreira Costa está acontecendo a Feira de Flores de Holambra. Uma oportunidade ideal para quem quer estimular a criatividade e ter um momento relaxante. A jardinagem alivia o estresse e promove diversos benefícios para a saúde, proporcionando momentos de lazer, interação e afeto entre a família e desenvolve, nos pequenos, a consciência ambiental.


A Feira irá funcionar até o dia 27 de setembro, de domingo a domingo das 08h às 18h. Lá, você poderá encontrar mais de 200 espécies de plantas e flores ornamentais, como Bonsai, orquídeas, suculentas, cactos, rosas do deserto, dentre outras variedades. Plantas que podem ser cultivadas tanto em ambientes internos, quanto nos externos.


E sabe o que é melhor? Quem visitar a Feira de Flores de Holambra no Home Center irá encontrar produtos a partir de R$5. E para quem tem dúvida em como cultivar a planta escolhida, o cliente receberá orientações no local. E para quem estiver visitando a Feira, pode dar um pulinho no setor de jardinagem do Home Center. Lá, poderá encontrar diversos produtos para cultivar e decorar suas plantinhas, como: adubos, jarros, cachepôs, ferramentas para plantio e muitas outras coisas.

Sobre a Ferreira Costa:

Com 137 anos de história, a Ferreira Costa, o maior Home Center do Nordeste, está presente nos estados de Pernambuco, Bahia, Sergipe e Paraíba. Brevemente estaremos no estado do Rio Grande do Norte, levando ao consumidor mais de 80 mil itens para casa, construção e decoração. Além de suas seis lojas, a Ferreira Costa também possui seu e-commerce www.ferreiracosta.com, com entrega para todo Brasil.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Home Center Ferreira Costa

domingo, 28 de junho de 2020

Comerciantes descumprem as determinações das autoridades e montam feira provisória as margens da rodovia BR-104 em Toritama.


Na manhã deste domingo, alguns feirantes, descumpriram as medidas de segurança no combate a proliferação do Covid-19, o coronavírus, e armaram suas barracas ou usaram seus próprios veículos como bancas ou lojas.

No pátio do Parque das Feiras aconteceu normalmente as ações de entrega de mercadorias comercializadas via redes sociais. E lá estavam todo o aparato de segurança e organização de entrada e saída de veículos.


Enquanto isso, num espaço mais a frente, fora do perímetro onde acontece normalmente e oficialmente as feiras de confecções, as margens da rodovia BR-104, alguns comerciantes estacionaram seus veículos e formaram uma feira provisória com várias pessoas aglomeradas e sem nenhum cuidado com suas proteções como distanciamento e higienização das pessoas ou de veículos e as margens da rodovia, descumprindo as determinações das autoridades competentes no combate ao Covid - 19.


Vale lembrar que esta não é a primeira vez que isso acontece, após as determinações das autoridades no que diz respeito ao isolamento social e a suspensão das atividades comerciais, principalmente em locais públicos, como as feiras de confecções, por exemplo.

Acredita-se que se essa situação voltar a acontecer com frequência, antes da determinação de abertura do comércio e das feiras, podemos sofrer com ações mais rígidas por parte do governo do estado, já que os números tem crescido de forma considerável em nossa região.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações e Texto Wendell Galdino