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segunda-feira, 5 de maio de 2025

ABSURDO EM FREI MIGUELINHO! Um popular foi filmado comendo um feto de bezerro ainda em formação no matadouro público da cidade

Foto: Blog Raio do Agreste

Um vídeo que circula nas redes sociais vem causando indignação em toda a região: um popular, supostamente morador do distrito do Junco, em Vertentes/PE, foi filmado comendo um feto de bezerro ainda em formação, extraído do ventre de uma vaca prenha abatida no matadouro público da cidade de Frei Miguelinho/PE.

A cena, registrada em ambiente insalubre e sem qualquer controle técnico visível, gerou revolta e denúncias de omissão por parte da Vigilância Sanitária Municipal, que deveria fiscalizar e garantir que práticas ilegais e insalubres como essa não ocorram em ambientes de abate sob responsabilidade pública.

O que se viu, no entanto, foi um verdadeiro descaso com a vida animal, a segurança alimentar e a saúde pública. O feto foi consumido de forma crua, no próprio local do abate, sem qualquer critério técnico, sanitário ou respeito à legislação vigente.

Moradores cobram respostas urgentes da Prefeitura de Frei Miguelinho/PE e da Vigilância Sanitária, que até o momento não se pronunciaram oficialmente sobre o caso. A pergunta que fica é: como uma cena dessas pôde acontecer em um matadouro sob gestão pública, sem qualquer intervenção de autoridades?

O vídeo está sendo amplamente compartilhado, mas é extremamente forte e contém imagens sensíveis.

Veja o vídeo:


Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog Raio do Agreste

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Matadouro público de Surubim reabre após interdição judicial

Matadouro público de Surubim reabre após interdição judicial (Agência Brasil/JC Online)

O matadouro público de Surubim, no Agreste pernambucano, voltará a funcionar nesta terça-feira (6) após pouco mais de cinco meses interditado por ordem judicial, a qual atendeu a uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) que listou uma série de problemas estruturais e precariedade na higienização do ambiente de abate.

Um laudo emitido há quase oito anos pela Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (ADAGRO) indicava os problemas.

Provisoriamente, os marchantes realizaram o abate dos animais no matadouro de Bom Jardim. Em nota, a prefeitura de Surubim disse que o prédio "recebeu equipamentos novos e modernos, e se adequou às legislações ambientais e sanitárias".

A área também passou por melhorias elétrica e hidráulica, além de receber serra de carcaça, barreira sanitária e esterilizadores. A administração municipal também garantiu que a reabertura teve a autorização da justiça.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do NE10 Interior