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quinta-feira, 13 de junho de 2024

Morre aos 89 anos a atriz Ilva Niño, pernambucana que fez parte da história da Paixão de Cristo


Conhecida nacionalmente por suas personagens marcantes, a exemplo da empregada Mina da novela “Roque Santeiro” (1985), a atriz pernambucana Ilva Niño faleceu, nesta quarta-feira (12), aos 89 anos.

Natural de Floresta, no Sertão do Pajeú, Ilva tinha uma forte ligação com o teatro no estado. Ilva esteve junto com o marido também falecido Luiz Mendonça no início das encenações da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém e também acompanhou Plínio Pacheco na construção do grande teatro onde acontece a encenação. Ilva era noiva do ator Luiz Mendonça - o irmão de Diva Pacheco. Já falecido, ele foi o primeiro a dar vida a Jesus dentro das muralhas da cidade-teatro.

A atriz chegou a atuar no "Drama do Calvário", peça encenada nas ruas de Fazenda Nova, que deu origem à Paixão de Cristo. Ela atuava como a samaritana, que oferecia água a Jesus Cristo. Nena Pacheco, filha de Plínio, conta que a tia sempre teve uma ligação muito forte com a arte , que sabia atuar em qualquer área, que nenhum personagem para ela era difícil.


“ A memória da minha tia nunca vai morrer. Ela faz parte da história da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, ela foi uma atriz gigante, além de ter sido um ser humano lindo. Foi minha segunda mãe, me ensinou ver a cultura além das muralhas de Nova Jerusalém”. Disse Nena.

Marina Pacheco, diretora de arte, atriz e ainda sobrinha neta de Ilva, também lembra com muito carinho dela, que inclusive este ano esteve em Nova Jerusalém acompanhando a temporada 2024 da encenação. Marina conta que Ilva estava sempre conectada com a arte e também ajudou a impulsionar outros talentos no teatro como a atriz Tânia Alves e ainda a atriz e cantora Elba Ramalho.

“Ela plantou uma semente no teatro do Nordeste, do Brasil. Cumpriu sua missão de maneira linda. Além ter feito o bem de diversas maneiras.” disse Marina.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog Estação Notícias

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Morre a atriz Jandira Martini, aos 78 anos, após batalha contra o câncer

Jandira Martini (1945-2024) - Foto: Divulgação

Morreu nesta segunda-feira (29), aos 78 anos, a atriz Jandira Martini. Ela enfrentava um câncer de pulmão. O comunicado foi feito nas redes sociais pelo ator Marcos Caruso, amigo da atriz há décadas. 

O velório será restrito para amigos e família no Funeral Home nesta terça das 20h até 3h.

A cerimônia de cremação, que também será restrita para amigos e família, será no Crematório Vale dos Pinheirais às 9h30 de quarta-feira (31).

"Juntos escrevemos peças, roteiros de cinema, séries e novelas. Minha grande confidente, conselheira e responsável pelas minhas maiores gargalhadas. Minha mestra. Sabe quando você passa pela escola na qual você estudou e vê que o prédio foi demolido? Assim me sinto com a sua partida", escreveu Caruso.

Atriz Jandira Martini, a Zoraide da novela 'O Clone', morre aos 78 anos.

Além de atriz, Jandira foi autora, diretora e produtora teatral. Na televisão, é lembrada por diversos papéis em novelas, como Teodora, em "Sassaricando"; Zoraide, em "O Clone"; Odaléia, em "América"; e Vó Farid, em "América". Também trabalhou no cinema, interpretando Dona Alma, em "Uma escola atrapalhada"; Sarah, em "Olga"; e Vó Nena, em "10 horas para o Natal". Seu último papel foi Gina, personagem do longa "Uma pitada de sorte", de 2022.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Folha PE

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

Para a atriz Mayana Neiva, interpretar o papel de Maria em Nova Jerusalém será um presente divino


A atriz Mayana Neiva já começou a se preparar para o mais novo desafio da sua carreira: interpretar o papel de Maria, mãe de Jesus, no espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém encenado no agreste de Pernambuco, no maior teatro ao ar livre do mundo, durante a Semana Santa.

“Poder viver a mãe de Jesus e me aproximar dessa personagem magnífica, dessa mulher tão especial que marca a nossa fé, principalmente do povo nordestino, é um presente divino”, afirma a atriz que esteve em Pernambuco está semana para participar da produção dos filmes promocionais da Paixão de Cristo.

Ele conta que está se preparando lendo o livro Cartas de Cristo. “É sobre a relação entre Nossa Senhora e Jesus. Também estou estudando os textos da peça, vendo o que foi feito antes, ouvindo as gravações anteriores, tentando me enturmar com esse universo lindo que está para chegar”.


Para Mayana, o convite para participar do espetáculo de Nova Jerusalém mexeu muito com os seus sentimentos. “Como atriz, eu sempre acompanhava o anúncio do elenco todos os anos. Receber o convite foi uma honra enorme para mim. Estou muito emocionada de estar aqui, de entrar nesse território, nesse campo sagrado que é essa história”.

Mayana, que está no elenco principal do espetáculo junto com Allan Souza Lima, que fará Jesus, e Dalton Vigh, que viverá Pilatos, conta que chega à Nova Jerusalém com muitas referências positivas na bagagem. “Eu ouvi coisas muito especiais dos meus colegas que vieram aqui. Do Juliano Cazarré, da Carol Castro, do Eriberto Leão. Que foi maravilhoso, que foi transformador para eles terem participado do espetáculo”.


Atualmente a atriz se prepara para fazer a quinta temporada da séria “Rotas do Ódio” e estreou recentemente no filme “Silêncio da Chuva”, ambos do Globoplay. Ela também atuou nas séries “Temporada de Verão” (Netflix) e “A vida secreta dos casais” (HBO), além de participar da novela global “Éramos seis”, na qual fez o papel de Karine Assad.

Em 2024, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém acontecerá no período de 23 a 30 de março. Os ingressos já podem ser adquiridos antecipadamente no site oficial www.novajerusalem.com.br.

Da redação do Blog Vertentes Notícias

sábado, 4 de novembro de 2023

Morre a atriz Elizangela, aos 68 anos no Rio de Janeiro

 Elizangela começou a carreira ainda criança. Último trabalho na Globo foi na novela A dona do pedaço, em 2019.

Morreu nesta sexta (3), aos 68 anos, a atriz Elizangela, no Rio de Janeiro, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Veterana de muitas anos na TV Globo, a artista carioca fez papéis em novelas de grande sucesso, como ‘O Clone’, ‘A Favorita’ e, mais recentemente, ‘A Força do Querer’, na pele de Aurora, a mãe de Bibi (Juliana Paes). Elizangela tinha apenas uma filha, Marcelle Sampaio.

Segundo informações da Prefeitura Municipal de Guapimirim, no interior fluminense, a atriz deu entrada no Hospital Municipal José Rabello de Mello com uma PCR (parada cardiorrespiratória, depois de ser pronto atendida pelas equipes do SAMU.

Houve tentativa de reanimação tanto no translado, quanto na unidade. No entanto, Elizangela não resistiu.

"A Prefeitura Municipal de Guapimirim, lamenta a morte da consagrada atriz. Esta é a segunda vez que o sistema de saúde do município atendeu Elizangela. Na primeira, Elizangela deu entrada na unidade com graves problemas respiratórios, e depois de algumas semanas, teve alta da unidade", disse a administração municipal.

A atriz, que chegou a ficar internada por conta de complicações da Covid em 2022, admitiu que não se vacinou.

Elizangela do Amaral Vergueiro nasceu no dia 11 de dezembro de 1954 no Rio de Janeiro. Ela fez sua estreia na televisão ainda criança, com apenas 7 anos, apresentando vários programas infantis, como 'Essa Gente Inocente' e 'Capitão Furacão'. Em 1969 fez sua estreia como atriz no filme Quelé do Pajeú, pelo qual venceu o prêmio de Melhor Atriz Revelação no Festival de Cinema de Santos.

Em 1971 debutou como atriz na televisão com uma personagem secundária na novela O Cafona, da TV Globo, que lhe rendeu a indicação ao Troféu Imprensa de Revelação do Ano. Alcançou o auge de seu sucesso na década de 1970 por sua intensa participação em produções televisivas, sobretudo por sua personagem Patrícia, uma das protagonistas de Locomotivas (1977). Seu último trabalho na Globo foi na novela A dona do pedaço, em 2019. No currículo vários folhetins de sucesso como Roque Santeiro, Salve Jorge, a segunda versão de Ti ti ti, O Clone e Por amor.

Elizangela também fez carreira também como cantora. Em 1978, lançou um LP com o seu nome e que continha as canções "Ele ou Você" e "Pertinho de Você", distribuído pela gravadora RCA para todo o Brasil e exterior. O single vendeu mais de um milhão de exemplares e a canção do compacto, "Pertinho de Você" ficou entre as mais tocadas por 52 semanas no Brasil e é recordista de audiência no ECAD. Elizângela ficou muito surpresa, e emocionada quando foi premiada como uma das melhores cantoras do país.

Carinho dos fãs

Na internet, muitas pessoas têm lamentado a morte da atriz. Em várias postagens no Twitter, a artista é lembrada por seus papéis em novelas, principalmente da Globo, e tem o talento elogiado.

Os admiradores de Elizangela também resgataram uma cena em que a atriz atua com Sophie Charlotte. O trecho, que viralizou na internet, é da novela Ti-Ti-Ti, que foi ao ar entre 2010 e 2011 na emissora carioca. Nas imagens, a personagem de Elizangela dá um tapa na cara da sobrinha, que é interpretada por Sophie.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações de O Tempo

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Morre a atriz Aracy Balabanian, aos 83 anos, no Rio de Janeiro

Aracy Balabanian, atriz - Foto: Divulgação/TV Globo

Morreu, aos 83 anos, na manhã desta segunda-feira (7), a atriz Aracy Balabanian. A artista, que havia sido diagnosticada com câncer no pulmão no fim do ano passado, estava internada na Clínica São Vicente, na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A notícia foi confirmada por familiares e amigos.

Natural de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Aracy Balabanian estreou na televisão em 1965 ao protagonizar "Antígona", de Sófocles, numa versão teleteatral pioneira da TV Tupi. Antes disso, a então jovem artista — formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP) — se destacou pela atuação nos palcos em espetáculos do grupo Teatro Brasileiro de Comédia, o TBC. De lá pra cá, ela sempre se dividiu entre os tablados e os estúdios televisivos.

A artista apenas teve a aceitação do pai — a família, oriunda da Armênia, não aprovava sua incursão pelas artes — após estrelar "Antônio Maria" (1968), novela da TV Tupi em que contracenava com Sérgio Cardoso. Filha de imigrantes, Aracy teve a paixão despertada pelo teatro ainda criança, quando já morava em São Paulo e foi levada pelas irmãs mais velhas para assistir a uma peça de Carlo Goldoni com a companhia de Maria Della Costa. "Chorei muito. Estava emocionada porque era aquilo que eu queria. É muito difícil para uma criança de 12 anos, ainda mais naquela época, querer ser atriz e já perceber que ia ter muitas dificuldades", relembrou, ao site "Memória Globo".


Entre os folhetins em que atuou, destacam-se títulos como "Corrida de ouro" (1974), "Bravo!" (1975), "O Casarão" (1976), "Coração alado" (1980), "Locomotivas" (1986), "Rainha da sucata" (1990) — que lhe rendeu sua personagem mais famosa, Dona Armênia — "A próxima vítima" (1995), além do programa infantil "Vila Sésamo" (1972), todos exibidos pela TV Globo. Cassandra, em "Sai de baixo" mais recentemente, a atriz chamou atenção ao interpretar a divertida personagem Cassandra, em "Sai de baixo", seriado de humor criado por Miguel Falabella, e que ficou no ar, na TV Globo, entre 1996 e 2002.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Folha PE

sábado, 20 de agosto de 2022

Morre a atriz Claudia Jimenez, aos 63 anos

A atriz Cláudia Jimenez, em foto de arquivo — Foto: Reprodução

A atriz Claudia Jimenez morreu no início da manhã deste sábado (20), no Rio, aos 63 anos. A intérprete de Dona Cacilda, da “Escolinha do Professor Raimundo”, e de Edileuza, de “Sai de Baixo”, estava internada no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul.

A atriz Cláudia Jimenez, em foto de arquivo — Foto: Reprodução/Redes sociais

Até a última atualização desta reportagem, a causa da morte não havia sido divulgada.

O velório será neste sábado, das 12h às 16h30, no Salão Celestial do Memorial do Carmo, no Caju.

Cacilda e Edileuza — Foto: Divulgação

Câncer e operações no coração

Em 1986, Claudia foi ao médico para curar uma tosse persistente e descobriu que tinha câncer, um tumor maligno no mediastino, atrás do coração. Chegou a ser desenganada. O diagnóstico não se cumpriu, e a atriz curou-se da doença, com ajuda de Chico Anysio.

As sessões de radioterapia, porém, lhe causaram outro problema de saúde. Os médicos acreditam que o tratamento pode ter afetado os tecidos do coração, o que a obrigou a fazer pelo menos três cirurgias nos anos seguintes.

Atriz Claudia Jimenez em entrevista ao Fantástico em 2014 — Foto: Globo

A primeira foi em 1999, para botar cinco pontes de safena; a segunda, em 2012, para a substituição da válvula aórtica por uma outra, sintética; e a terceira, em 2014, para botar um marca-passo.
“Quando eu falo para o meu médico: ‘Ô, radioterapia desgraçada!’. Aí ele fala: ‘Mas se não fosse ela, você já estava há muito tempo lá em cima, né?’. E é verdade, quer dizer, a gente tem sempre que agradecer em vez de reclamar”, disse Claudia, em entrevista ao “Fantástico” em 2014, meses depois da operação.
“Maturidade faz você ficar mais bacana. Às vezes, eu percebo que, internamente, não estou legal eu vou em busca de alguma coisa que me faça ficar legal. Tem gente que fala assim para mim: ‘Ai, como você é frágil’. Eu falo: ‘Frágil? Eu sou a pessoa mais forte que eu conheço’. Chegam perto de mim e falam: ‘Vamos trocar válvula aórtica’. Eu falo: ‘Ok, vamos’. ‘Vamos fazer cinco pontes de safena’. ‘Ok, vamos’. ‘Botar o marca-passo’. ‘Ok’. Eu faço qualquer coisa para ficar aqui”, afirmou.
Vida e carreira

Filha de um cantor de tangos e caixeiro viajante e uma enroladora de bala de coco, Cláudia Maria Patitucci Jimenez nasceu na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, em 1958.

Ela fez o curso normal, com especialização em maternal e jardim de infância, e já na juventude se dedicou ao teatro amador.
“Sempre fui palhaça, sempre. No colégio de freira me pagavam um chocolate, bala para eu não deixar de ir na aula de religião, porque quando eu ia era um divertimento só”, disse.
Sua estreia no teatro profissional foi em 1978, na peça “Opera do Malandro”, de Chico Buarque, em que viveu a prostituta Mimi Bibelô.

Foi o diretor Mauricio Sherman que a levou para a TV Globo. Nos anos 1980, Claudia participou da abertura do programa “Viva o Gordo”, de Jô Soares, e deu vida à insaciável Pureza, mulher de Apolo, do bordão “Ainda morro disso!”, em “Chico City”. “A Pureza só pensava em transar”, lembrou Claudia, em entrevista à “Folha de S.Paulo”.

Paulo Silvino posa ao lado de Claudia Jimenez durante gravação da mensagem de fim de ano da Globo em 2014 — Foto: Renato Rocha Miranda/Globo

A partir de 1990, Claudia Jimenez viveu a desbocada e saliente Dona Cacilda, uma das alunas da “Escolinha do Professor Raimundo”, com o “professor” Chico Anysio. Com Cacilda, emplacou outro bordão: “Beijinho, beijinho, pau, pau”.

Cacilda, lembrou Claudia em 2014, ela guarda no coração. “Não era nem propriamente pelo personagem, mas pelo que eu vivi ali dentro. Foram seis anos de gargalhadas”, destacou. Esse papel lhe rendeu o Troféu APCA de melhor atriz comediante em 1991.

Em 1996, Claudia deu vida a mais uma personagem icônica: a doméstica Edileuza, de “Sai de Baixo”. Seus embates com Caco Antibes, de Miguel Falabella, fizeram a plateia gargalhar. Foi apenas uma temporada, mas até hoje seus bordões são lembrados.

Claudia também fez novelas. Foi a Bina de “Torre de Babel” (1998), a Dagmar de “As Filhas da Mãe” (2001), a Consuelo de “América” (2005), a Custódia de “Sete Pecados” (2007), a Violante de “Negócio da China” (2008), a Zélia de “Além do Horizonte” (2013) e a Lucrécia de “Haja Coração” (2016).

No cinema, atuou em “Gabriela, Cravo e Canela” (1983), “Ópera do Malandro” (1986) e Os Trapalhões no Auto da Compadecida (1987). Também dublou a Ellie de “A Era do Gelo”. Com a Bia de “O Corpo” (1991), ganhou como melhor atriz no Festival de Brasília.

Seu último papel foi a Bibiana do quadro “Infratores”, no Fantástico, em 2018.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do G1 Rio de Janeiro

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Elizangela é internada em estado grave com sequelas da Covid; atriz não tomou vacina

Atriz Elizangela, de 67 anos, está internada com Covid, em estado grave, em Guapimirim, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/TV Globo

A atriz Elizangela, de 67 anos, foi internada na quinta-feira (20), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em estado grave com sequelas respiratórias da Covid. Segundo a prefeitura, ela chegou passando muito mal ao Hospital Municipal José Rabello de Mello e quase teve que ser intubada.

Segundo a assessoria da prefeitura, Elizangela é "bem rebelde" e se mostrou radicalmente contra a vacinação -- como deixa claro em suas redes sociais. Ela não tomou nenhuma dose do imunizante contra a doença.

Nesta sexta-feira (21), Elizangela estava estabilizada no CTI (Centro de Terapia Intensiva). Os testes recentes apontaram que a atriz não tem mais o vírus da Covid.

A Prefeitura de Guapimirim disse que a atriz já tinha ido ao hospital na semana passada após se sentir mal. Na ocasião, ela foi atendida, medicada e teve alta.

Na quinta-feira, Elizangela retornou à unidade em estado mais grave. Ela foi encaminhada à sala vermelha, onde os médicos conseguiram estabilizá-la.

Elizangela estreou na TV como criança, no programa "Clube do Guri", na extinta TV Tupi, em 1965. Logo depois passou ao programa infantil "Clube do Capitão Furacão", na TV Globo. Ela já participou de mais de 30 novelas. A última foi "A dona do pedaço", em 2019.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do G1 Rio de Janeiro


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Covid-19: Atriz Nicette Bruno morre aos 87 anos

A sua morte foi confirmada, por volta das 13h20, do último domingo (20), pela Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro (Divulgação)

A atriz da Rede Globo, Nicette Bruno, de 87 anos, perdeu a batalha para a covid-19. A sua morte foi confirmada, por volta das 13h20, do último domingo (20), pela Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, onde ela estava internada na UTI.

Conforme boletim médico divulgado, no último sábado (19), pela mesma unidade, o estado de saúde de Nicette “era considerado muito grave”. Ela estava sedada e dependente de ventilação mecânica.

Orações

Na tarde do último domingo (13), a atriz Beth Goulart, filha de Nicette, utilizou seu Instagram para, mais uma vez, pedir orações para sua mãe. 
"Queridos amigos, o estado da minha mãe continua delicado. Mais do que nunca ela vai precisar das nossas orações. Que ela receba nosso amor, nossa fé, nossa esperança, a energia de luz, de gratidão e respeito", disse.
Carreira

Com décadas dedicadas à profissão de atriz, seja no teatro, no cinema e na TV, onde fez diversos trabalhos, Nicette Bruno, era bastante respeitada e querida no cenário artístico.

Nicette foi três vezes premiada com o Troféu APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), como Melhor Atriz na peça Somos Irmãs (1998), nas novelas Éramos Seis (1978) e Como Salvar Meu Casamento (1980). Em 1998, ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz pelo trabalho na peça teatral Somos Irmãs.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Covid-19: à espera de leito em CTI, atriz Christina Rodrigues, do “Zorra Total”, morre aos 47 anos

Christina estava internada na enfermaria da UPA da Tijuca com sintomas graves e dificuldade para respirar (Divulgação)

A atriz Christina Rodrigues, de 47 anos, morreu, na manhã da última quinta-feira (17), no Rio de Janeiro, por complicações decorrentes da covid-19. 


Conhecida por atuar em quadros de humor do programa "Zorra Total", da TV Globo, Christina estava internada na enfermaria da UPA da Tijuca com sintomas graves e dificuldade para respirar.

De acordo com a reportagem da Isto É, a atriz aguardava por uma vaga para ser transferida a um leito de CTI, quando faleceu.

Nota
“Com pesar, informamos que a paciente Christina Maria Rodrigues Teixeira apresentou piora clínica e foi a óbito no fim desta manhã”, informou em nota, a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior