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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Covid-19: Pernambuco recomenda mais uma dose da vacina bivalente para grupos prioritários; veja quais

Segundo o Ministério da Saúde, municípios estão abastecidos com as vacinas mais atualizadas, seguras e eficazes contra covid-19 aprovadas pela Anvisa - LUCAS REZENDE/ACERVO SES-PE

Após a identificação de duas novas sublinhagens de uma variante do coronavírus no Brasil (JN.1 e JG.3), o Ministério da Saúde reitera que a vacinação é o principal meio de proteção contra a covid-19. Por isso, a pasta recomenda uma nova dose da vacina bivalente para grupos prioritários. Em Pernambuco, a orientação do ministério já está sendo coloca em prática.

No Estado, desde o fim do mês de outubro, observa-se aumento no número de casos da infecção. Há um incremento na quantidade de confirmações semanais (passou de 89 casos na última semana de outubro para 776 casos no período de 26/11 a 2/12) e na taxa de positividade (de 3,8% para 16,6% no mesmo período). Segundo a Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), aproximadamente 97% dos casos se configuram como leves até o momento.

Com a recomendação do Ministério da Saúde de uma nova dose da vacina bivalente para pessoas a partir de 60 anos e imunocomprometidos acima de 12 anos de idade, que tenham recebido a última dose do imunizante há mais de 6 meses, a SES-PE indica que os municípios devem seguir essa orientação do Ministério da Saúde.

O comunicado está em nota técnica, publicada nesta quarta-feira (6), pela SES-PE.

"Devido ao aumento de casos de covid-19, os municípios começaram a se organizar para intensificar a vacinação. Nesta quarta, fizemos um comunicado para que todos começassem a vacinar com a bivalente", diz a superintendente do Programa Nacional de Imunizações de Pernambuco (PNI-PE), Jeane Torres.

"As salas de vacinas estão abastecidas, e o grupo prioritário deve procurar a unidade básica de saúde mais próxima de suas casas", acrescenta.

A JN.1, inicialmente detectada em exames realizados no Ceará, vem ganhando proporção global, correspondendo a 3,2% das detecções no mundo.

Já a sublinhagem JG.3, também verificada recentemente no Estado do Nordeste, vem sendo monitorada, pelo Ministério da Saúde, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás nos últimos meses. As subvariantes já foram encontradas em 47 países, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nesse momento, a SES-PE reforça que as medidas não farmacológicas, aliadas à vacinação, são importantes para evitar possíveis riscos relacionados à covid-19 e suas sequelas. Recomendam-se a lavagem frequente das mãos, o uso de máscaras nos casos de aparecimento de sintomas respiratórios e, se possível, as aglomerações devem ser evitadas.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do JC NE10 Uol

sábado, 30 de janeiro de 2021

Com dose única, vacina da Johnson & Johnson tem eficácia de 66% em casos moderados e graves

Vacina da Johnson & Johnson apresentou eficácia de 66% (Reprodução)

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Johnson & Johnson apresentou eficácia de 66% na prevenção de casos moderados e graves. O mesmo ensaio global de Fase 3 que foi divulgado na última sexta-feira (29) mostrou que, apensas em casos graves, a vacina tem eficácia de 85%.

A vacina é desenvolvida pela Janssen, que reúne empresas farmacêuticas da da Johnson & Johnson . Nos testes realizados pela empresa nos Estados Unidos, o imunizante apresentou eficácia de 72% contra doenças moderadas e graves.

Ao contrário de outras vacinas já disponíveis em diversos países no mundo, como a CoronaVac e Oxford/AstraZeneca que precisam ser aplicadas em duas doses, a vacina da Johnson & Johnson é aplicada em dose única.
"Entre todos os participantes de diferentes geografias e incluindo aqueles infectados com uma variante viral emergente, a vacina candidata contra Covid-19 da Janssen foi 66% eficaz em geral na prevenção dos desfechos combinados moderado e grave, 28 dias após a vacinação. O início da proteção foi observada já no 14º dia", disse a empresa em nota.
Testes

A empresa divulgou que os testes foram realizados com pessoas de todas as faixas etárias e pessoas de várias etnias. De acordo com os dados divulgados pela Johnson & Johnson, os voluntários das fases de testes não apresentaram reações alérgicas.

O chefe global de pesquisa e desenvolvimento da Johnson & Johnson, Mathai Mammen, disse que luta agora pela aprovação para uso emergencial nos EUA e Brasil. 
“Uma vacina que é barata, é uma dose única e não tem requisitos de cadeia de frio – isso é muito bom”, afirmou.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior