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quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Anvisa proíbe termômetros e medidores de pressão com mercúrio em serviços de saúde no Brasil

A Anvisa proibiu a fabricação, importação, comercialização e uso de termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio em serviços de saúde no Brasil.

A medida, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (24), visa reduzir o uso de mercúrio, conforme a Convenção de Minamata, da qual o Brasil é signatário. A proibição não se aplica a equipamentos usados em pesquisa, calibração ou como referência.

Os produtos retirados de circulação devem seguir normas de gerenciamento de resíduos. A Anvisa ressalta que, embora o mercúrio não represente risco direto aos usuários, é altamente tóxico ao meio ambiente.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog Bruno Muniz

quinta-feira, 9 de maio de 2024

Anvisa suspende lotes de detergente Ypê por "risco de contaminação microbiológica"; entenda

Anvisa suspende lotes de detergente Ypê por 'risco de contaminação microbiológica' - Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, distribuição e uso de determinados lotes de todas as versões do detergente Ypê, da empresa Química Amparo, devido a “potencial risco de contaminação microbiológica”. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira.

De acordo com a resolução, a agência já havia sido notificada sobre o recolhimento voluntário do produto pela própria empresa. O motivo foi a identificação de um “desvio” durante a análise de monitoramento da produção, o que leva a um “potencial risco de contaminação microbiológica”.

Com isso, todos os lotes cuja data de fabricação foi nos meses de julho, agosto, setembro, novembro e dezembro de 2022 e que tenham um final “1” ou “3” estão suspensos e não devem ser utilizados. Procurada, a Ypê não retornou até o momento da publicação da matéria.

Veja a lista completa com todos os lotes divididos por marca abaixo:

Ypê Clear Care

- 172051

- 179054

- 184054

- 185054

- 186054

- 228054

- 233011

- 234011

- 235011

- 236011

- 242054

- 253011

- 255011

- 267051

- 269051

- 270051

- 278011

- 279011

- 280011

- 281011

- 282011

- 283011

- 302051

- 303051

- 304051

- 314011

- 315011

- 316011

- 318011

Ypê Coco

- 029016

- 030016

- 036016

- 038016

- 057016

- 058016

- 148051

- 149051

- 151051

- 212044

- 213051

- 215051

- 216051

- 217051

- 218051

- 219051

- 220051

- 221051

- 228054

- 232051

- 233051

- 236051

- 238051

- 243044

- 248051

- 249051

- 256051

- 257051

- 258051

- 272051

- 273051

- 274051

- 275051

- 276051

- 277051

- 284051

- 286051

- 288051

- 289051

- 290051

- 291051

- 298051

- 299051

- 300051

- 301051

- 317016

- 331051

- 333051

- 33405

- 031016

- 188031

- 225081

- 226081

- 227081

- 239081

- 270031

- 281031

- 282031

- 283031

- 295031

- 323016

- 324016

- 327031

- 328031

- 329031

- 330031

Ypê Capim limão

- 225031

- 226031

- 242081

- 314031

- 323081

- 325081

- 060016

- 173081

- 174081

- 175081

- 176081

- 177081

- 178081

- 223011

- 224011

- 239051

- 240051

- 242051

- 271081

- 272081

- 273081

- 299011

- 300011

- 302011

- 303011

- 326051

- 327051

- 336016

- 337016

- 338016

- 346016

- 347016

Ypê Limão

- 031016

- 040016

- 041016

- 042016

- 043016

- 127011

- 129011

- 130011

- 134081

- 135081

- 136081

- 137081

- 138081

- 148011

- 149011

- 150011

- 218011

- 219011

- 310011

- 311011

- 319016

- 332016

- 339016

- 347016

- 053016

- 054016

- 141031

- 221081

- 222081

- 223081

- 227081

- 228081

- 229081

- 279081

- 280081

- 288031

- 315031

- 325016

Ypê Maçã

- 010016

- 011016

- 012016

- 026016

- 028016

- 029016

- 054016

- 131011

- 132011

- 134011

- 142011

- 173011

- 174011

- 187011

- 188011

- 189011

- 193011

- 194011

- 195011

- 200051

- 213011

- 220011

- 221011

- 228011

- 229011

- 230011

- 241011

- 242011

- 248081

- 249081

- 256011

- 257011

- 262011

- 263011

- 264011

- 265011

- 266011

- 278061

- 279061

- 280061

- 281061

- 282061

- 283051

- 292011

- 293011

- 295011

- 311011

- 312011

- 313011

- 313061

- 327011

- 327016

- 328011

- 328016

- 329011

- 330011

- 357016

- 046016

- 047016

- 185081

- 186081

- 191081

- 192081

- 204101

- 223081

- 224081

- 232081

- 234081

- 268031

- 269031

- 309031

- 310031

Ypê Neutro

- 019056

- 020056

- 037056

- 038056

- 039056

- 054056

- 055056

- 173001

- 174001

- 186064

- 188001

- 211001

- 212001

- 225001

- 226001

- 228001

- 228064

- 237001

- 239001

- 272056

- 320001

- 321001

- 322001

- 324056

- 325001

- 325056

- 326001

- 326056

- 327001

- 331056

- 336056

- 338056

- 356056

- 236001

- 016016

- 017016

- 024016

- 025016

- 026016

- 038016

- 039016

- 040016

- 172081

- 172151

- 173151

- 174151

- 175151

- 176151

- 177151

- 178151

- 188151

- 207151

- 208151

- 209151

- 210151

- 211081

- 212081

- 225011

- 226011

- 227011

- 228151

- 229151

- 230151

- 232151

- 233151

- 234051

- 234151

- 235051

- 235151

- 236151

- 239011

- 241151

- 279151

- 282151

- 283151

- 317151

- 318016

- 318151

- 321011

- 322011

- 325151

- 326151

- 327151

- 328151

- 333016

- 342016

- 346016

- 349016

- 048016

- 049016

- 050016

- 051016

- 176031

- 177031

- 207031

- 208031

- 227031

- 229031

- 236031

- 237031

- 238031

- 282081

- 316031

- 317031

- 318031

- 319031

- 323031

- 325031

- 326016

- 327031

- 353016

- 355016

- 052016

- 171031

- 173031

- 174031

- 209031

- 230031

- 232031

- 233031

- 234031

- 235031

- 239031

- 327016

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Folha de Pernambuco

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

PROIBIDA: Vigilância Sanitária apreende diversas pomadas modeladoras no comércio de Santa Cruz do Capibaribe, após determinação da Anvisa

 A fiscalização ocorre após casos de intoxicação ocular, com danos graves à visão, provocados pela utilização do produto. Foto: Blog Ney Lima

Nesta semana, a Vigilância Sanitária de Santa Cruz do Capibaribe iniciou os trabalhos de recolhimento das pomadas modeladoras para trançar cabelos que foram proibidas pela Anvisa e para garantir, outros fixadores capilares foram apreendidos por medidas de segurança.


Segundo informações obtidas pelo Blog do Ney Lima, até o ultimo balanço, mais de 200 pomadas modeladoras foram recolhidas no comércio da Capital da Moda. A Vigilância Sanitária orienta aos donos dos estabelecimentos, salões de beleza e principalmente o consumidor, que fiquem atentos com relação a esse tipo de produto que pode causar cegueira temporária e provocar danos irreversíveis a visão.


Vale destacar que de acordo com uma resolução da Anvisa, ela determina que pomadas para trançar, modelar ou fixar cabelos (todos), devem ser apreendidos como medida cautelar.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog do Ney Lima

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Covid-19: Anvisa aprova duas vacinas bivalentes para Ômicron


A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, ontem, a liberação, para uso emergencial, de duas vacinas bivalentes da Pfizer contra a Covid-19 em pessoas com mais de 12 anos de idade. As fórmulas de segunda geração, já aplicadas em outros países, são desenvolvidas para evitar a infecção por sublinhagens mais recentes da variante ômicron e deverão ser utilizadas como doses de reforço contra o novo coronavírus.

A reunião extraordinária, realizada em Brasília, foi convocada após o aumento significativo de casos da doença no país. Depois da análise das áreas técnicas, a agência reguladora concluiu que os benefícios conhecidos e potenciais das vacinas superam os riscos e potenciais, quando administradas como dose de reforço pelo menos três meses após a vacinação primária ou o recebimento da dose complementar mais recente.

Estão liberadas para uso emergencial a bivalente BA1 — desenhada com a variante original e proteção adicional para a variante ômicron BA1 — e a bivalente BA4/BA5 — desenhada com a variante original e proteção adicional para a variante BA4/BA5. O pedido de uso emergencial da vacina foi encaminhado pela Pfizer à Anvisa em 30 de setembro. Na análise, a agência também contou com um grupo de especialistas de diferentes associações médicas: as sociedades brasileiras de Pediatria (SBP), de Imunizações (SBIm), de Infectologia (SBI) e de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

Relatora do processo na Anvisa, Meiruze Sousa Freitas afirmou que as subvariantes BA4, BA5, BQ1.1 respondem pela maioria dos novos casos de Covid atualmente. Ela apontou, ainda, que há aumento de casos e internações especialmente em grupos que não receberam a vacinação completa. 
"Não é natural o padrão de óbitos que o Brasil ainda vem enfrentando e, por isso, alerto que as medidas de prevenção, por exemplo, o uso de máscaras e a higienização das mãos, continuam sendo uma parte importante da nossa resposta à Covid-19", enfatizou.
Meiruze Freitas também orientou que a população continue tomando as doses de reforço, no momento indicado, com as vacinas monovalentes. 
"Os indivíduos elegíveis para uma dose de reforço, particularmente, aqueles em grupos com maior risco de desenvolver Covid na forma grave, não devem atrasar a vacinação planejada para aguardar o acesso à vacina bivalente", disse. "Todas as vacinas de reforço aprovadas ajudam a melhorar a proteção obtida com as doses anteriores e a fornecer proteção contra o adoecimento grave e os óbitos pela Covid-19."
Na avaliação do virologista e professor do Instituto de Biologia da Universidade de Brasília (UnB) Bergmann Morais, as vacinas bivalentes já deveriam ter sido aprovadas. 
"Essas vacinas estão sendo utilizadas nos Estados Unidos e se mostrando eficientes na neutralização das novas variantes derivadas da ômicron", justificou. "Ficar tomando vacina para uma variante inicial já foi mostrado que não funciona. O número de reinfecções começa a aumentar, porque não vão funcionar mais. Por isso, é necessário você ter essas vacinas atualizadas. Estava mais do que em tempo de elas serem aprovadas."
A autorização de uso emergencial é regulamentada por uma resolução da agência. Após receber o pedido, ela tem 30 dias para concluir a avaliação. O prazo, porém,é interrompido sempre que for necessária a solicitação de informações complementares à empresa fabricante. Estados Unidos, Honduras, Reino Unido, Japão, Argentina, Chile, Israel, Costa Rica, além da União Europeia, estão entre os países que aprovaram o uso da nova geração de imunizantes.

Idosos

Para o infectologista Alexandre Naime, as vacinas bivalentes deverão ser direcionadas a pessoas com idades mais avançadas e imunossuprimidas, como recém-transplantados, pacientes com câncer ou lúpus. O médico também enfatiza a importância de manter a carteira de vacinação contra a Covid em dia independentemente da fórmula.
"Enquanto a vacina bivalente não chega, é importante manter as doses de reforço atualizadas, porque as fórmulas atuais continuam protegendo de hospitalização e óbito. Não há dúvida de que o abandono do uso das máscaras e o relaxamento das medidas gerou um impacto. É óbvio que as medidas de proteção são importantes, mas o surgimento da BQ.1 foi um grande problema. As pessoas não estavam usando máscara, e a BQ.1 começou a circular", alertou.
Atualmente, as subvariantes que mais preocupam as autoridades sanitárias pelo mundo são a BQ.1 e a XBB, ambas da linhagem da ômicron — variante contra a qual a vacina bivalente da Pfizer tem proteção específica — e com características que parecem aumentar a transmissibilidade. A baixa adesão dos brasileiros para tomar o reforço pode, segundo especialistas, facilitar ainda mais a disseminação do vírus. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 69 milhões de pessoas deixaram de receber a primeira dose complementar.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Diário de Pernambuco

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Anvisa autoriza venda de remédio contra covid-19 nas farmácias


A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou por unanimidade, em circuito deliberativo realizado nesta segunda-feira (21/11), a venda do medicamento Paxlovid (nirmatrelvir + ritonavir), utilizado no tratamento da Covid-19, para farmácias e hospitais particulares do país.

A decisão autoriza o fornecimento do medicamento para o mercado privado, com a rotulagem e bula em português de Portugal e em espanhol. Os diretores também aprovaram a ampliação da validade do medicamento de 12 meses para 18 meses.

A venda em farmácias deve ser feita sob prescrição médica, com dispensação e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento. A autorização da Anvisa prevê ainda que o fabricante deve manter e priorizar o abastecimento para o programa do Sistema Único de Saúde (SUS).

A aprovação levou em consideração a venda do medicamento ao mercado privado em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos e Canadá. A medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país.

Segundo a diretora relatora, Meiruze Freitas, a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da Covid-19, visto que o medicamento deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas. 
“O diagnóstico precoce e o tratamento ambulatorial, quando necessário, são importantes para evitar a progressão da doença para casos graves”, afirmou a diretora. Ela reiterou ainda que o tratamento não substitui a vacinação. “A vacinação continua sendo a melhor estratégia para evitar a Covid-19, as hospitalizações e os óbitos”, complementou Meiruze Freitas.  

Sobre o Paxlovid

O Paxlovid, utilizado no tratamento da Covid-19, teve seu uso emergencial aprovado no Brasil em 30 de março deste ano. Composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir embalados e administrados juntos, o medicamento é indicado para o tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para Covid-19 grave. 

- Apresentação

Comprimido revestido, na concentração de 150 mg em cada comprimido revestido de nirmatrelvir e 100 mg em cada comprimido revestido de ritonavir.

- Restrições de uso

O medicamento é de uso adulto, com venda sob prescrição médica.

- Indicação

O Paxlovid é indicado para o tratamento da Covid-19 em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para a forma grave da doença.

- Posologia e modo de uso

O Paxlovid é composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir embalados juntos, que também devem ser administrados juntos. A posologia recomendada é de 300 mg de nirmatrelvir (dois comprimidos de 150 mg) com 100 mg de ritonavir (um comprimido de 100 mg), todos tomados juntos por via oral, duas vezes ao dia, durante cinco dias. O medicamento deve ser administrado assim que possível, após o resultado positivo do teste diagnóstico para o Sars-CoV-2 e avaliação médica, e no prazo de cinco dias após o início dos sintomas.

- Orientação de dispensação

O medicamento deve ser dispensado exclusivamente pelo farmacêutico, que deve informar ao usuário que o medicamento é de uso individual e exclusivo ao paciente que passou por avaliação médica e que recebeu a prescrição. Portanto, o Paxlovid não deve ser utilizado por indivíduos sem a devida avaliação médica. Cumpre ao farmacêutico também realizar as demais orientações quanto à posologia, ao modo de uso e às interações, ou seja, informações quanto ao uso correto do medicamento.

- Limitações de uso

O Paxlovid não está autorizado para tratamento de pacientes que requerem hospitalização devido a manifestações graves ou críticas da Covid-19. Também não está autorizado para profilaxia pré ou pós-exposição para prevenção da infecção pelo novo coronavírus.  O medicamento não está autorizado para uso por mais de cinco dias. Além disso, como não há dados do uso do Paxlovid em mulheres grávidas, recomenda-se que seja evitada a gravidez durante o tratamento com o referido medicamento e, como medida preventiva, até sete dias após o término do tratamento. Finalmente, o Paxlovid não é recomendado para pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal, uma vez que a dose para essa população ainda não foi estabelecida.

Da redação do Blog Vertentes Notícias

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Anvisa aprova importação de vacina contra varíola dos macacos

Também foi autorizada dispensa de registro para uso de medicamento.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (25) - por unanimidade -, em Brasília, a dispensa de registro para que o Ministério da Saúde (MS) importe e utilize no Brasil a vacina Jynneos/Imvanex contra a varíola dos macacos.

Em outra decisão unânime, a Anvisa autorizou a dispensa de registro para que o Ministério da Saúde importe e use no Brasil o medicamento Tecovirimat, para tratamento da mesma doença.

Vacina

No caso da vacina, a autorização se aplica à Jynneos (EUA) ou Imvanex (EMA) – vacina contra varíola e monkeypox, vírus vaccínia modificado, cepa Ankara. Apesar de ser o mesmo produto, o imunizante possui nomes diferentes nos Estados Unidos e na Europa. A vacina da empresa Bavarian Nordic A/S é fabricada na Dinamarca e na Alemanha.
“O imunizante é destinado a adultos com idade igual ou superior a 18 anos e possui prazo de até 60 meses de validade, quando conservado entre -60°C e -40°C. A dispensa temporária e excepcional se aplica somente ao Ministério da Saúde e terá validade de seis meses, desde que não seja expressamente revogada pela Anvisa”, explicou a agência.
Em seu voto, a diretora relatora Meiruze Freitas destacou que a varíola dos macacos é causada por um vírus semelhante ao da varíola e que, portanto, é esperado que a vacina previna ou reduza a gravidade da infecção pela doença. Apesar disso, ela ressaltou a necessidade de estudos de monitoramento para a confirmação da efetividade do produto.

A decisão da Anvisa teve como base o relatório de avaliação da agência americana Food and Drug Administration (FDA) para a vacina Jynneos, as informações públicas emitidas pela Agência Europeia de Medicamentos (European Medicines Agency – EMA) e pela agência do Reino Unido (National Health Service – NHS), além da bula, dizeres de rotulagem e demais documentos apresentados pelo Ministério da Saúde.
“A documentação encaminhada pelo Ministério da Saúde é a mesma disponibilizada pela FDA, sendo que o produto importado deverá corresponder às mesmas características do pedido avaliado pela Anvisa”, explicou a agência.
Acrescentou que no Brasil, até o momento, não há submissão de protocolo de ensaio clínico em vacinas para ser conduzido nacionalmente, e também não existe protocolo submetido ou mesmo vacina já registrada pela Anvisa com a indicação de imunização contra a varíola dos macacos.

Antiviral

Sobre a autorização do antiviral, a Anvisa destacou que ela se aplica ao medicamento Tecovirimat, concentração de 200 mg, na forma farmacêutica cápsula dura, uso oral, prazo de validade de 84 meses e indicado para o tratamento de doenças causadas pelo Orthopoxvirus em adultos, adolescentes e crianças com peso mínimo de 13 kg.
“O produto a ser importado é o mesmo autorizado nos Estados Unidos para a empresa Siga Technologies, fabricado pela Catalent Pharma Solutions, localizada em Winchester, Kentucky, nos Estados Unidos”, disse a Anvisa.
A dispensa temporária e excepcional se aplica somente ao Ministério da Saúde e terá validade de seis meses, desde que não seja expressamente revogada pela Anvisa. A diretora Meiruze Freitas destacou, em seu voto, que o conhecimento prévio da agência sobre o medicamento, resultado da comunicação e da interação com as autoridades que avaliaram o produto, permitiu a rápida conclusão do processo.

Ela disse, ainda, que o acesso ao medicamento pode salvar vidas e controlar os danos da varíola dos macacos, especialmente para os pacientes com maiores riscos. Assim como no caso da vacina contra a doença, no Brasil, até o momento, não há submissão de protocolo de ensaio clínico em medicamento para ser conduzido nacionalmente, nem existe protocolo submetido ou mesmo remédio já registrado pela Anvisa com a indicação de tratamento da varíola dos macacos.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 24 de maio de 2022

Anvisa pede uso de máscara para adiar chegada da varíola dos macacos ao Brasil


Diante do aumento no número de casos da varíola de macaco, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas “não farmacológicas”, como distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.

A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio.
“A Anvisa mantém-se alerta e vigilante quanto ao cenário epidemiológico nacional e internacional, acompanhando os dados disponíveis e a evolução da doença, a fim de que possa ajustar as medidas sanitárias oportunamente, caso seja necessário à proteção da saúde da população”, diz a nota divulgada nessa última segunda-feira, (23).
Ainda, de acordo com a agência, essas recomendações protegem não só contra a varíola e a covid-19, mas também contra muitas doenças infectocontagiosas.
“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a covid-19, mas também contra outras doenças”, reitera a Anvisa.
Diante do quadro, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos no Brasil. A medida, anunciada pela pasta na noite desta segunda-feira (23), tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.
“Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país”, informou o Ministério da Saúde, em nota. A pasta afirma que encaminhou aos estados um comunicado de risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Agência Brasil

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Pfizer pede à Anvisa inclusão de 3ª dose na bula da vacina contra Covid-19 para todas as pessoas com 12 anos ou mais


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou, na última terça-feira (28), que recebeu o pedido da Pfizer para inclusão da uma terceira dose da vacina na bula do imunizante.

Atualmente, a bula da vacina da Pfizer prevê duas doses. A solicitação da Pfizer pede aplicação de dose de reforço em pessoas que receberam as duas doses iniciais da vacina da Pfizer há pelo menos 6 meses.

A proposta envolve todos as faixas etárias atualmente incluídas na bula, ou seja, pessoas com 12 ou mais anos de idade. Para que haja alteração na bula de qualquer medicamento ou vacina, os estudos clínicos devem ser aprovados previamente por agências reguladoras e seguir com procedimentos de boas práticas clínicas.

Durante a avaliação, a Anvisa pode ainda fazer exigências técnicas ou solicitar adequações ao laboratório. O estudo clínico apresentado para subsidiar as alegações de eficácia e segurança da aplicação de dose de reforço contou com a participação de voluntários brasileiros.

O protocolo clínico foi aprovado pela Anvisa em 18 de junho de 2021. Além do Brasil, participaram desse estudo voluntários dos Estados Unidos e da África do Sul.

O prazo da Anvisa para avaliação do pedido da Pfizer é de 30 dias, desde que não haja a necessidade de esclarecimentos adicionais.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog do Ney Lima

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra a covid-19

Medicação deve ser usada no início dos sintomas da doença

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (13) o uso em caráter emergencial de um novo coquetel de anticorpos para o tratamento de pacientes com covid-19. A área técnica e os diretores avaliaram que o uso combinado dos medicamentos Banlanivimabe e Etesevimabe, da empresa Eli Lilly do Brasil, para casos em estágios iniciais traz benefícios, ainda que permaneçam algumas incertezas.

Os anticorpos objetivam neutralizar o vírus antes que ele entre na célula. Conforme análise dos técnicos da agência, eles têm potencial de eficácia maior quando empregados conjuntamente do que no uso individual.

De acordo com as equipes de análise da agência, quando utilizados juntos, os dois medicamentos podem reduzir em até 70% a incidência da covid-19. Tal eficácia se daria em pacientes que ainda não tenham evoluído para quadro grave e tenham alto risco de progressão.

O termo “alto risco” envolve pessoas com condições de saúde como idade avançada, obesidade, doença cardiovascular, diabetes mellitus tipos 1 e 2, doença pulmonar crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica ou imunossuprimidos.

A orientação é que a aplicação seja feita em hospitais, em razão da estrutura disponível e dos profissionais que realizam o procedimento. A Anvisa não indicou o uso em pacientes com quadros graves, situações em que o coquetel pode agravar o problema. Os remédios não poderão ser comercializados.

O uso emergencial foi autorizado por 12 meses. O tempo de espera para uso do coquetel, após aberto, não pode ser superior a 24 horas em ambiente refrigerado e sete horas em temperatura ambiente.
“Durante a emergência de saúde pública, a autorização emergencial é instrumento regulatório para fomentar tempestivamente opções terapêuticas mesmo em face de um produto em desenvolvimento clínico”, declarou a diretora Meiruze Freitas.
“A partir dos dados apresentados, os benefícios conhecidos e potenciais dos medicamentos quando utilizados em uso emergencial superam os seus riscos”, complementou o também diretor Alex Campos.
Incertezas

A indicação é que o coquetel seja aplicado a adultos. No caso de adolescentes, não houve comprovação de eficácia nos ensaios clínicos. A equipe técnica da Anvisa também apontou o que chama de “incertezas”, ou pontos não comprovados pelos documentos enviados pelo fabricante. Os técnicos defenderam a continuidade do monitoramento do uso do grupo de medicamentos para avaliar seus efeitos.

Entre as incertezas está a falta de ação contra a variante P1, existente no território brasileiro. 
“Isso gerou muita discussão na área porque a gente sabe que é uma variante significativa na nossa realidade. Muitas vezes o diagnóstico e teste para identificar a variante é mais limitado. Como essa associação de anticorpo mostrou resultados favoráveis, há incerteza de eficácia contra variante, mas ainda assim tem benefício plausível”, analisou o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes.
Este ponto foi considerado pelos diretores. “Ainda que haja pontos que não podem ser respondidos em sua totalidade, como a comprovação de eficácia clínica do produto contra a variante P1, é indiscutível o impacto que um medicamento que impede a progressão da doença pode trazer aos serviços de saúde”, concluiu a diretora Cristine Jourdan.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Agência Brasil

sexta-feira, 12 de março de 2021

Anvisa aprova uso do antiviral Remdesivir para pacientes com Covid-19

 Anvisa aprovou uso do antiviral Remdesivir para tratamento de pacientes com Covid-19

O Remédio é o primeiro a ter recomendação em bula para tratamento de pacientes com o novo coronavírus.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta sexta-feira (12) o uso do antiviral Remdesivir como o primeiro medicamento a ter recomendação em bula para pacientes com o novo coronavírus.

Raphael Sanchez, especialista da gerência de qualidade de medicamentos da Anvisa, afirmou que que, ao contrário das vacinas, o Remdesivir não fez uso da submissão contínua no processo de autorização de uso.
“A submissão se deu em 6 de agosto de 2020, quando tivemos contato com o dossiê completo. Depois da submissão, também tivemos algumas conversas para entender melhor pois é um medicamento desenvolvido com bastante celeridade e muitos aspectos ainda não estão fechados”, explicou.
“Na análise da qualidade, nosso principal papel é garantir (…) em que termos o medicamento tem que estar para garantir (…) que ele tenha qualidade e segurança”, explicou.
A gente espera que ele seja fornecido com qualidade, eficácia e segurança que são necessários e ajude as pessoas acometidas pela Covid-19.

Ele explicou ainda que o medicamento será vendido em forma de “pó para solução injetável” que deve ser reconstituído no momento da aplicação, terá prazo de validade de 36 meses, e será vendido com o nome comercial de Veklury.

Já Julia Calatrone, da Gerência Geral de Fiscalização e Inspeção da agência, explicou que acadeira de suprimento aprovada para o Brasil envolve 6 unidades de fabricação do Remdesivir, cinco nos Estados Unidos e uma na Irlanda.
“Todas já inspecionados anteriormente pela agência nos últimos anos por fazerem parte da cadeira de suprimentos de outros medicamentos já registrados no Brasil”, explicou.
O Remdesivir recebeu em outubro aprovação nos Estados Unidos da FDA (Food and Drug Administration, órgão equivalente à Anvisa) para uso como medicamento oficial para o tratamento da Covid-19.

Quando foi infectado pelo novo coronavírus, no fim de setembro, o ex-presidente dos EUA Donald Trump fez uso do antiviral para se tratar seguindo orientação de sua equipe médica.

OMS não recomenda o uso

Em novembro, porém, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou suas orientações contínuas sobre os medicamentos contra Covid-19 e desaconselhou o uso Remdesivir para tratar pacientes hospitalizados, independentemente da gravidade da doença.

De acordo com a atualização, publicada na revista médica BMJ, as evidências não sugeriam que o Remdesivir afetava o risco de morte por Covid-19 ou necessidade de ventilação mecânica, entre outros resultados importantes.

Além disso, em entrevista a vice-diretora geral da OMS, Mariângela Simão, explicou que a orientação era baseada em diversos estudos que, no total, somaram mais de 7 mil pacientes avaliados que usuaram o remédio contra o novo coronavírus.
“Esses estudos mostraram que o Remdesivir não adiciona nada em termos de mortalidade ou progressão da doença para pacientes leves e, além de tudo, ele é injetável e bastante caro. A OMS recomenda mais estudos e pesquisas sobre o Remdesivir. Com o conhecimento atual, ele não altera a progressão da doença e não evita mortes”, disse a médica sanitarista, na época.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Blog do Bruno Muniz 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Anvisa aprova uso emergencial das vacinas de Oxford e CoronaVac

A Anvisa aprovou o uso emergencial das vacinas (Reprodução)

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou uma reunião extraordinária no último domingo (17) para a divulgação do resultado da análise dos pedidos para uso emergencial das vacinas contra a Covid-19 desenvolvidas pelo Instituto Butantan e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Durante o encontro, os dois imunizantes foram aprovados pelos diretores da agência.

Participaram da reunião cinco diretores, que foram responsáveis por tomar a decisão por meio de voto após exposição da análise das equipes técnicas. O uso emergencial das duas vacinas foi aprovado por unanimidade.

A análise dos diretores teve como base os pareceres apresentados pelas equipes de Registro de medicamentos Certificação de boas práticas de fabricação e Farmacovigilância de medicamentos, que aprovaram as duas vacinas. A agência levou em consideração quatro fatores para a aprovação dos imunizantes: qualidade, boas práticas de fabricação, resultados provisórios de ensaios clínicos e estratégias de monitoramento e controle.

Na abertura da reunião, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, reforçou que, mesmo com as vacinas em desenvolvimento, para combater o coronavírus é necessária uma mudança no comportamento social.
"O momento é conscientização, união e trabalho. O inimigo é um só. A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, pela mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada", afirmou.
Conheça sobre as vacinas

CoronaVac - Butantan

A vacina desenvolvida pela empresa farmacêutica chinesa Sinovac utiliza um ativo biológico antígeno da SARS-Cov-2. O pedido do instituto Butantan solicitava a aprovação de 6 milhões de doses do imunizante para uso emergencial.

Apesar de não ter registro sanitário aprovado em nenhum país, a CoronaVac já foi aprovada para uso emergencial na China, Turquia e Indonésia. De acordo com o Butantan, a CoronaVac tem eficácia global de 50,38%.

Meiruze Freitas, relatora dos pedidos, condicionou o uso da Coronavac a aprovação à assinatura de termo de compromisso e publicação em "Diário Oficial".
"Quanto à vacina Coronavac, desenvolvida pelo instituto Butantan, voto pela aprovação temporária do seu uso emergencial condicionada a termo de compromisso e subsequente publicação de seu extrato no DOU. Quanto à vacina solicitada pela Fiocruz, voto pela aprovação temporária de seu uso emergencial referente a 2 milhões de doses", disse Meiruze.
Vacina de Oxford/Astrazeneca – Fiocruz

O imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, junto com a empresa AstraZeneca é composta de um único vetor de adenovírus recombinante de chimpanzé, deficiente para replicação, que codifica a glicoproteína S de SARSCoV-2.

A alteração da glicoproteína estimula a resposta imune humoral da célula. A vacina é exportada do laboratório Serum, da Índia. O pedido para aprovação emergencial foi de 2 milhões de doses. O gerente de medicamentos confirmou que a eficácia do imunizante é 70,42%.

Veja a reunião completa:


Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Anvisa deve receber pedido de registro de soros de cavalos nos próximos dias para covid-19

Foto: Arquivo/Instituto Vital Brasil

Nos próximos cinco a dez dias, será encaminhado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedido do grupo de pesquisadores de várias instituições científicas para continuidade do projeto que desenvolve um produto à base de soros de cavalos para o tratamento da covid-19. A informação foi dada hoje (14), à Agência Brasil pelo coordenador do projeto, Jerson Lima Silva, do Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Ao longo da próxima semana, os pesquisadores vão pedir à Anvisa uma reunião oficial sobre o projeto que envolve também o Instituto Vital Brazil (IVB), o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Jerson Lima Silva disse que a Anvisa está correta ao destacar que sem o pedido de condução de estudo ou de registro de produto feito a partir do soro de equinos para tratamento da covid-19 não é possível para a Agência fazer qualquer avaliação ou pronunciamento em relação à qualidade, segurança e eficácia desse produto. De acordo com a Anvisa, não é possível também fazer qualquer afirmação sobre expectativa de aprovação e de tempo antes que haja uma solicitação formal sobre o produto em questão.

Testes clínicos

Silva afirmou que o encaminhamento do pedido e sua aprovação são condições essenciais para que sejam iniciados os testes clínicos com pacientes com diagnóstico confirmado de covid-19 que estejam internados, mas não se encontram em unidades de terapia intensiva. Os testes vão comparar quem recebeu o tratamento com quem não recebeu. Esses estudos clínicos serão efetuados em parceria com o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor).

Os trabalhos dos pesquisadores foram iniciados em maio deste ano com cavalos do Instituto Vital Brazil (IVB) e confirmaram que soros produzidos por equinos para o tratamento da covid-19 têm, em alguns casos, até 100 vezes mais potência em termos de anticorpos neutralizantes do vírus gerador da doença.

Anvisa

A função da Anvisa é avaliar os pedidos de registro e autorizações de estudos apresentados pelos laboratórios farmacêuticos que têm interesse em colocar seus medicamentos e vacinas no Brasil. A avaliação da Agência tem foco na qualidade, segurança e eficácia, que são os requisitos fundamentais para qualquer medicamento ou vacina. Segundo a Anvisa, desde o início da pandemia do novo coronavírus, foram editadas pelo órgão várias medidas que “dão prioridade total para qualquer medicamento ou vacina que tenha como foco o enfrentamento da covid-19”.

As solicitações de autorização de estudo clínico (teste em humanos) têm sido avaliadas pela Anvisa no prazo de 72 horas. Para conseguir esse prazo, são realizadas reuniões com as empresas e é acionado o comitê de avaliação de estudos clínicos, registros e mudanças pós-registro de medicamentos para prevenção ou tratamento da covid-19, que é uma estrutura interna da Anvisa, informou a assessoria de imprensa da Agência.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do Diario de Pernambuco