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quarta-feira, 11 de março de 2015

Dólar tem queda após seis dias de alta e fecha a R$ 3,10

Do NE10
A moeda acumulava alta nos últimos seis dias  / Foto: AFP
A moeda acumulava alta nos últimos seis diasFoto: AFP
Depois de passar por valorização durante seis dias consecutivos, o dólar comercial fechou nesta terça-feira (10) com uma queda de 0,82% e sendo cotado a R$ 3,10.

A altas da moeda americana nos últimos seis dias levaram a uma valorização acumulada de 10%. O dólar comercial chegou a ser negociado a R$ 3,12. Enquanto que o dólar turismo era encontrado em casas de câmbio por até R$ 3,40 na última sexta-feira (6).

A queda desta terça-feira aconteceu principalmente porque, com a valorização acumulada, os investidores passaram a vender seus dólares e embolsar os lucros.

Especialista alertam, no entanto, que a tendência de alta do dólar ainda não passou.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Dólar fecha cotado a mais de R$ 3 pela 1ª vez em dez anos

Do NE10
Valor pode chegar a R$ 3,37 em casas de câmbio de São Paulo  / Foto: Reprodução
Valor pode chegar a R$ 3,37 em casas de câmbio de São PauloFoto: Reprodução
O dólar fechou acima de R$ 3 nesta quinta-feira (5), pressionado por incertezas sobre o ajuste fiscal prometido pelo governo e por apostas de que Banco Central possa interromper, no final do mês, seus leilões diários de contratos de swap cambial (equivalentes a uma venda futura de dólares).

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Dólar sobe a R$ 2,71 e fecha no maior valor desde 16 de dezembro

Da Agência Brasil
 / Foto: Freeimages
Foto: Freeimages
Em alta pela quarta sessão seguida, o dólar fechou esta segunda-feira (2) no maior valor em mais de um mês. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,715, com alta de 0,96% (R$ 0,025). O valor é o maior desde 16 de dezembro, quando a cotação tinha fechado em R$ 2,735.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Dólar fecha em alta após se aproximar de R$ 2,70

Da Folhapress
Incertezas em relação ao futuro das atuações do Banco Central do Brasil no câmbio também pressionavam a cotação da moeda / Foto: Reprodução
Incertezas em relação ao futuro das atuações do Banco Central do Brasil no câmbio também pressionavam a cotação da moedaFoto: Reprodução

O dólar voltou a atingir sua maior cotação em quase dez anos nesta segunda-feira (15), em um movimento de valorização sobre as principais moedas globais, diante da queda nos preços das commodities e expectativa pela reunião do Fed (banco central americano) nesta semana. Segundo operadores, incertezas em relação ao futuro das atuações do Banco Central do Brasil no câmbio também pressionavam a cotação da moeda na tarde desta segunda (15). O dólar à vista, referência no mercado financeiro, tinha valorização de 0,97% sobre o real, às 16h25 (de Brasília), para R$ 2,687 na venda.

Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, avançava 1,35%, também para R$ 2,687. Ambas as cotações estão em seu maior nível desde março de 2005. Mais cedo, o dólar chegou a bater R$ 2,701 na máxima no dia. Diante de indicadores econômicos melhores que o esperado, o mercado teme que o BC dos EUA possa começar a elevar os juros naquele país em breve, antes da previsão anterior, que era em meados de 2015. A taxa de juros americana está em seu menor patamar (entre zero e 0,25% ao ano) desde 2008 a fim de estimular a economia daquele país após a crise. O Fed tem reunião nesta terça (16) e quarta-feira (17).

Um aumento nos juros dos EUA deixaria os títulos do Tesouro americano, que são remunerados por essa taxa e considerados de baixíssimo risco, mais atraentes que aplicações em países emergentes, como o Brasil. O receio é que o aperto monetário por lá cause uma fuga de recursos dos emergentes de volta para a economia americana. Entre as 24 principais moedas emergentes do mundo, apenas quatro tinham alta sobre o dólar, às 16h25: o won sul-coreano (+0,47%), o novo leu romeno (+0,08%), o novo soles peruano (+0,03%) e o peso argentino (+0,01%). No sentido oposto, o rublo russo era o que mais se desvalorizava em relação à moeda americana, com queda de 9,58% no mesmo horário.

Com expectativa de mudança na política monetária americana em breve, operadores se questionam se o BC brasileiro também adotará novas medidas de atuação no câmbio para evitar uma disparada do dólar quando os juros americanos de fato subirem. Nesta segunda (15), o Banco Central deu continuidade ao seu programa de intervenções diárias no mercado, por meio do leilão de 4.000 contratos de swap cambial (operação que equivale a uma venda futura de dólares), pelo total de US$ 196,8 milhões.

A autoridade também promoveu um novo leilão para rolar os vencimentos de 10 mil contratos de swap previstos para 2 de janeiro de 2015, por US$ 489,6 milhões. Até o momento, o BC já rolou cerca de 55% do lote total com prazo para o segundo dia do mês que vem, que equivale a US$ 9,827 bilhões. Houve reforço ainda de um leilão de linha de crédito de US$ 1 bilhão para injetar recursos novos no mercado. É uma operação em que o BC vende a moeda estrangeira, mas com a obrigação, por parte de quem toma o empréstimo, de devolver o dinheiro após um determinado período. Os empréstimos atendem a uma demanda de fim de ano por dólares, principalmente de exportadores.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Dólar encosta em R$ 2,60 e fecha no maior nível desde abril de 2005

Da Agência Brasil
Dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. / Foto: AFP
Dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro.Foto: AFP
Em alta pelo segundo dia seguido, a moeda norte-americana encostou em R$ 2,60 e voltou a fechar no maior valor em nove anos. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,595, com alta de 1,2%. O valor é o mais alto desde 18 de abril de 2005, quando a cotação tinha fechado em R$ 2,609.
O dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. No início da manhã, a cotação estava praticamente estável, mas a alta acelerou a partir das 14h. Por volta das 15h, a moeda chegou a ultrapassar R$ 2,60, mas diminuiu a alta perto do fim da sessão. O dólar acumula alta de 4,68% em novembro e de 10,47% no ano.
De acordo com analistas, a incerteza em relação à troca de ministros para o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff tem provocado turbulências no mercado financeiro. A instabilidade é agravada pelo cenário externo, principalmente depois que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, encerrou o programa de injeções de dólares na economia mundial motivado pela recuperação do emprego nos Estados Unidos.
O dólar não tem caído apesar de o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ter aumentado a taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano. Em tese, os juros domésticos mais altos ajudam a derrubar o dólar porque ampliam a diferença das taxas brasileiras em relação às dos Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para os aplicadores internacionais.
Na Bolsa de Valores, a quinta-feira também teve perdas. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a sessão com recuo de 2,14%. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 3,61% e puxaram a queda.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

No dia seguinte à reeleição, dólar fecha no nível mais alto em nove anos

Da Agência Brasil
O dia também foi de perdas no mercado de ações / Foto: reprodução
O dia também foi de perdas no mercado de açõesFoto: reprodução
O dia seguinte ao segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por turbulência no mercado financeiro. O dólar comercial subiu 2,68% e fechou esta segunda-feira (27) vendido a R$ 2,523. A alta, de mais de R$ 0,06 no dia, fez a cotação atingir o mais alto nível desde maio de 2005.
O momento de maior tensão ocorreu por volta das 9h30, quando a divisa chegou a disparar mais de 4% e atingir R$ 2,56. Depois de muita oscilação nas horas seguintes, a cotação desacelerou a partir das 15h, diminuindo o ritmo de alta. O dólar acumula valorização de 3,06% no mês e de 7,02% no ano.
Além das tensões associadas à corrida eleitoral, fatores externos têm pressionado o câmbio nas últimas semanas. Em setembro, o Banco Central dos Estados Unidos reduziu mais um pouco os estímulos à economia do país. A decisão valorizou a moeda norte-americana e fez com que o dólar iniciasse uma escalada.
O dia também foi de perdas no mercado de ações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou a segunda-feira em baixa de 2,77%, mas chegou a cair mais de 6% durante a sessão. A queda foi puxada pelas ações da Petrobras, que caíram 11,53%. Com o desempenho de hoje, o índice acumula queda de 2,37% em 2014.