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sexta-feira, 11 de abril de 2025

Bolsonaro passa mal no RN e é transferido de helicóptero para hospital

O ex-presidente Jair Bolsonaro passou mal na manhã desta sexta-feira (11) enquanto cumpria agenda na cidade de Santa Cruz, no interior Rio Grande do Norte.

Segundo auxiliares, Bolsonaro sentiu fortes dores abdominais causadas por obstrução intestinal ainda decorrente da facada que levou em 2018.

O ex-presidente deu entrada em um hospital público da cidade, mas já foi transferido de helicóptero para um hospital particular em Natal, capital do estado.

A aeronave foi disponibilizada pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, do PT, e pertence à Secretaria de Segurança Pública do Estado.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Metrópoles

terça-feira, 15 de novembro de 2022

MPF pede afastamento do diretor-geral da PRF por suposto favorecimento a Bolsonaro na campanha

Silvinei Vasques - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério Público Federal pediu o afastamento imediato do diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, por 90 dias. O pedido foi feito em uma ação de improbidade administrativa protocolada na Justiça Federal do Rio de Janeiro.

Na ação, a Procuradoria defende a condenação de Vasques em razão de suposto "uso indevido do cargo, com desvio de finalidade, bem como de símbolos e imagem da Polícia Rodoviária Federal com o objetivo de favorecer o candidato à reeleição Jair Messias Bolsonaro para o cargo de Presidente".

Segundo a ação, após o anúncio oficial da candidatura de Bolsonaro à reeleição, Vasques teria feito campanha a favor do presidente em diversos eventos.
"Os sucessivos atos praticados pelo requerido (Silvinei Vasques), sobretudo o pedido de "Vote 22 - Bolsonaro Presidente" na véspera do segundo turno da eleição, para além de configurar ilícito eleitoral, importa no reconhecimento do uso ilícito do mais importante cargo da hierarquia da Polícia Rodoviária Federal, para favorecer determinado candidato, violando de morte os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade", afirma o MPF.
No pedido, o Ministério Público reforça que a manutenção de Silvinei no cargo pode acarretar em prejuízos ao processo ou na prática de novos ilícitos.
"É notório que após o anúncio do resultado das eleições, instalou-se no país um clima de instabilidade o qual demandou a atuação imediatra de vários órgãos. Não se pode afastar, de plano, que as manifestas preferências do requerido tenham influenciado e possam vir a influenciar a condução das ações da PRF durante este momento de crise", apontou o procurador Eduardo Benones, que assina a petição.
Além da liminar pelo afastamento de Silvinei Vasques, o MPF também pediu a intimação da União para acompanhar o processo e a condenação de Silvinei por improbidade administrativa, com o pagamento de multa de 24 vezes o valor da sua remuneração em outubro de 2022.

Em outra frente que tem Vasques como alvo, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal também investigam a atuação da PRF e do diretor-geral por operações realizadas nas estradas no dia do segundo turno. No dia 30, agentes do órgão realizaram blitzes em diversas rodovias do país, mesmo contrariando uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para que tais ações fossem suspensas.

Os bloqueios ocorreram principalmente em cidades do Nordeste, região onde o PT concentra mais eleitores, o que levou o órgão a ser acusado de tentar favorecer Bolsonaro por dificultar o deslocamento da população para votar.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Folha PE

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Amigos de infância, eleitores de Lula e Bolsonaro trocam facadas no Recife

Uma discussão entre dois amigos de infância por divergências políticas terminou com os dois esfaqueados, na zona norte do Recife. O fato ocorreu na manhã desta segunda-feira, no bairro do Vasco da Gama, na Zona Norte da cidade. Após a briga, os dois foram encaminhados para o Hospital da Restauração (HR), na área central. Um acabou morrendo e o outro está em estado grave.

Em entrevista à TV Jornal, a irmã de um dos homens relatou que tudo começou porque um votou no candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outro, no que tenta reeleição, Jair Bolsonaro (PL).

Os envolvidos, Josué Bezerra da Silva, de 54 anos, que seria eleitor de Bolsonaro e o outro, Edson Rodrigues da Silva, de 59 anos, que teria votado em Lula, teriam se encontrado, discutido e partido para a violência.
"Eu soube que eles estavam brigando. Um era Bolsonaro e o outro, Lula. O meu irmão [de 59 anos] foi esfaqueado na perna, no pescoço, na barriga. Quatro facadas. Quando eu vi, ele estava todo ensanguentado", contou à emissora.
A segunda vítima, de 54 anos, foi atingida na barriga. Segundo a testemunha, os dois são vizinhos e amigos de infância. Ele segue internados em estado grave, mas estão estáveis.

Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que registrou o homicídio de um homem, de 59 anos, e a tentativa de homicídio de um outro homem, de 54 anos. 
"Os homens discutiam, no bairro do Vasco da Gama, Recife, quando entraram em luta corporal utilizando-se ambos de arma branca. Os dois ficaram feridos e foram conduzidos ao Hospital da Restauração, onde o homem de 59 anos veio a óbito. O caso segue em investigação pela equipe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa".
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da TV Jornal

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Lula e Bolsonaro disputarão o segundo turno em 30 de outubro


Os brasileiros terão que esperar mais 27 dias para conhecer o próximo presidente da República. Na votação deste domingo (2), os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) chegaram à frente na corrida presidencial, mas não conseguiram o número de votos necessários para encerrar a escolha e terão que disputar um segundo turno.

Com 99,99% das urnas apuradas até o início da manhã desta segunda-feira (3), Lula obteve 57.257.473 votos, o equivalente a 48,43% dos votos válidos. O atual presidente Bolsonaro alcançou 51.071.106 votos (43,20%).

Os votos válidos no primeiro turno alcançaram 118.226.172 (95,59%). Foram registrados 1.964.761 votos em branco (1,59%) e 3.487.835 votos nulos (2,82%). A abstenção chegou a 20,95%.

Os candidatos a presidente e a governador que passaram ao segundo turno podem voltar a fazer campanha depois de 24 horas do fim da votação — isto é, depois das 17h desta segunda-feira (3). A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão recomeça dia 7 e vai até o dia 28.

Luta pela reeleição

Jair Messias Bolsonaro, 67 anos, tenta permanecer no cargo após ter sido eleito presidente em 2018. Natural de Campinas (SP), é capitão reformado do Exército. Começou sua carreira política no Rio de Janeiro (RJ), em 1989, quando foi eleito vereador. Foi deputado federal por sete mandatos consecutivos, de 1991 e 2018 — ano em que se candidatou a presidente da República. Elegeu-se pelo PSL, mas atualmente está no PL.

Em setembro de 2018, durante uma passeata em Juiz de Fora (MG), sofreu um atentado a faca e teve que passar por cirurgias e ficar internado. Com uma campanha voltada para temas morais, foi eleito no segundo turno de 2018, com 55% dos votos.

Bolsonaro é pai de cinco filhos. Três deles são políticos: Carlos Bolsonaro é vereador no Rio de Janeiro; Eduardo Bolsonaro é deputado federal por São Paulo; e Flávio Bolsonaro (PL) é senador pelo Rio de Janeiro. Ele também é pai de Jair Renan Bolsonaro. Sua caçula, Laura Bolsonaro, de 11 anos, é fruto do atual casamento, com Michele Bolsonaro.

O vice de Bolsonaro é Walter Souza Braga Netto, 65 anos. Mineiro de Belo Horizonte, ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) em 1975 e alcançou o posto de general de Exército, o mais alto da hierarquia da Força.

Durante o governo Bolsonaro, foi ministro da Casa Civil (de fevereiro de 2020 a março de 2021) e da Defesa (entre março de 2021 e abril de 2022). Antes de entrar para a política, atuou como interventor federal no Rio de Janeiro (RJ), de fevereiro a dezembro de 2018, durante o governo do presidente Michel Temer (MDB). Também concorre pelo PL.

Tentativa de retorno

Luiz Inácio Lula da Silva, 76 anos, nasceu em Garanhuns (PE). Aos sete anos, migrou com a família para Santos (SP). Trabalhou em indústrias de metalurgia e foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema. Liderou greves na região do ABC paulista e, em 1980, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT).

Lula foi deputado federal por São Paulo (1987-1991) e tentou a Presidência da República por três vezes (1989, 1994 e 1998) até ser eleito em 2002, e reeleito, em 2006.

Em abril de 2018 foi preso, depois de condenado por corrupção. Assim, ele foi impedido de concorrer à Presidência da República naquele ano, com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135, de 2010). O ex-presidente passou 580 dias preso em uma cela da Polícia Federal no Paraná. Em abril de 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações de Lula, que recuperou seus direitos políticos.

Lula foi casado com Maria de Lourdes da Silva e com Marisa Letícia Lula da Silva, tendo ficado viúvo dos dois casamentos. Pai de cinco filhos, Lula hoje é casado com a socióloga Rosângela da Silva, conhecida por Janja.

O vice do candidato petista é Geraldo Alckmin (PSB), 69 anos. Médico anestesista e professor, começou sua carreira política em 1973, quando assumiu o cargo de vereador em sua cidade natal, Pindamonhangaba (SP).

Em 1976 elegeu-se prefeito e, na sequência, deputado estadual e federal. Alckmin foi governador de São Paulo por dois períodos: de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018, sendo o político que por mais tempo comandou o governo paulista desde a redemocratização do Brasil.

Ele também tentou a Presidência da República em 2006 e 2018. Em março de 2022, Alckmin migrou do PSDB para o PSB, para ser candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Lula.

Alckmin é casado, desde 1979, com Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin, mais conhecida como Lu Alckmin. O casal teve três filhos: Sophia, Geraldo e Thomaz. Este último morreu em um acidente de helicóptero, em abril de 2015.

RESULTADO DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL (às 22h30)

Foto

Luiz Inácio Lula da Silva
PT

48,43%
57.257.473

Foto

Jair Bolsonaro
PL

43,2o%
51.071.106

Foto

Simone Tebet
MDB

4,16%
4.913.757

Foto

Ciro Gomes
PDT

3,05%
3.597.503

Foto

Soraya Thronicke
União

0,51%
600.413

Foto

Felipe d'Avila
Novo

0,47%

559.563

Foto

Padre Kelmon
PTB

0,07%
81.037

Foto

Léo Péricles
UP

0,05%
53.511

Foto

Sofia Manzano
PCB

0,04%
45.585

Foto

Vera Lúcia
PSTU

0,02%
25.614

Foto

Eymael
DC

0,01%
16.594

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Agência Senado

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Vendas de toalhas de Lula e Bolsonaro bombam na feira de Caruaru


É comum encontrar os rostos de Lula e Bolsonaro estampados nos bancos da Feira da Sulanca de Caruaru, na capital do forró, agreste de Pernambuco.

Os produtos vendidos revelam os dois oponentes de maior destaque para as eleições presidenciais até o atual momento. O cenário anuncia uma polarização para as próximas eleições que, desde já, se apresenta dividida entre dois grandes lados.

Segundo alguns sulanqueiros, a disputa nas vendas é acirrada, "tem dias que sai mais do Lula, tem dias que sai mais do Bolsonaro", diz o vendedor.

Não foi possível encontrar toalhas de outros candidatos, conhecidos como a chamada '3° Via'.

As eleições acontecem no dia 2 de outubro. Caso a votação siga para segundo turno, ocorrerá 28 dias depois, no dia 30.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Instagram

sábado, 26 de março de 2022

Paulo Câmara vai ao STF para impedir que Bolsonaro tire Fernando de Noronha de Pernambuco


Em pronunciamento, governador classificou como inconstitucional a tentativa de tomada do arquipélago por parte do governo federal.

O governador Paulo Câmara informou, em pronunciamento nesta última sexta-feira (25.03), que vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima semana para uma audiência com o ministro Ricardo Lewandovski, visando impedir a tentativa de tomada do arquipélago de Fernando de Noronha pelo governo federal. 

Durante a reunião com o ministro serão apresentados os argumentos do Governo do Estado, já acatados pela Justiça Federal em Pernambuco anteriormente.

Segundo Paulo Câmara, o caso envolvendo a ilha representa uma afronta à história e à Constituição Federal. 
“Não vamos admitir esse absurdo, sob nenhuma hipótese. Fernando de Noronha é um patrimônio do nosso Estado e merece respeito. É um orgulho de Pernambuco e continuará sendo”, afirmou o governador.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Assessoria

Bolsonaro vai ao STF para retirar Fernando de Noronha de Pernambuco


Sem alarde, o governo de Jair Bolsonaro protocolou nesta última quinta-feira (24) no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, um pedido de liminar em ação civil ordinária contra o Estado de Pernambuco. No dia anterior, Bolsonaro esteve em visita oficial a Pernambuco, para um evento militar, onde juntou os candidatos ao governo (Anderson Ferreira) e Senado (Gilson Machado) do PL.

O pedido de liminar é para que seja declarado que o "domínio sobre o Arquipélago de Fernando de Noronha é de titularidade integral da União, determinar, ao Estado de Pernambuco, o imediato cumprimento do inteiro teor do Contrato de Cessão de Uso em Condições Especiais da Ilha de Fernando de Noronha".

Bolsonaro já criticou Noronha para alvejar Paulo Câmara, na pandemia.

Na petição judicial da ação, o Governo Federal alega uma série de supostos descumprimentos pelo Estado de Pernambuco do "Contrato de Cessão de Uso em Condições Especiais da Ilha de Fernando de Noronha", assinado em 2002, entre o então governador Jarbas Vasconcelos (MDB), o então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com o apoio do então vice-presidente pernambucano Marco Maciel (PFL).
"O Estado de Pernambuco, ao ignorar completamente o Contrato de Cessão de Uso celebrado com a União e o próprio mandamento constante do art. 20 da Constituição da República, vem não só desrespeitando a legislação de regência a respeito da gestão de Fernando de Noronha, como também vem impedindo a atuação constitucional do ente central para preservação daquela área", acusa o Governo Federal.
Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Correio 24 horas

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Mãe de Bolsonaro morre, aos 94 anos, no interior de São Paulo

Mãe de Bolsonaro morre, aos 94 anos.

A mãe do presidente Jair Bolsonaro, Olinda, de 94 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (21). O próprio presidente comunicou o falecimento em suas redes sociais: "Com pesar o passamento da minha querida mãe. Que Deus a acolha em sua infinita bondade", postou no Twitter. A causa da morte não foi divulgada.

Olinda Bolsonaro morava em Eldorado (SP) e estava internada desde a segunda-feira, dia 17, no Hospital São João, em Registro, interior de São Paulo. Na postagem, Bolsonaro publicou, ainda, um vídeo com imagens de família, na companhia da mãe.

O presidente, que estava em viagem internacional - havia chegado na manhã de quinta-feira a Paramaribo, no Suriname, também comunicou que voltará ao Brasil.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações da Folha PE

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Mãe de Bolsonaro está internada em hospital no interior de São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro e a mãe Olinda Bonturi Bolsonaro em abril de 2019; última visita do chefe do Executivo à mãe ocorreu em agosto de 2021.

A mãe do presidente Jair Bolsonaro (PL), Olinda Bolsonaro, 94 anos, está internada no Hospital São João em Registro, no interior de São Paulo. A informação foi conformada pelo hospital nesta quinta-feira (20/1). O estado de saúde dela não foi informado.

Dona Olinda mora em Eldorado, a 50 km de distância de Registro.

Em agosto do ano passado, quando Bolsonaro fez uma visita a mãe, o chefe do Executivo disse que Dona Olinda estava doente. 
"Minha mãe está com 94 anos, por assim dizer, ela não me reconhece mais. Teve um problema grave de sangramento nos últimos dias e eu resolvi visitá-la porque pode ser né, que seja a última vez. É a vida, é o nosso destino e quem tem mãe sabe que, quem tem mãe viva com essa idade, sabe dos problemas e do que nós devemos a ela", disse ao SBT News na época.
O presidente Bolsonaro desembarcou nesta quinta-feira (20/1) em Paramaribo, capital do Suriname, para tratar de questões comerciais com o país. Antes de retornar a Brasília, o presidente irá, nesta sexta-feira (21/1), para a Guiana.

Procurado, o Planalto ainda não informou o estado de saúde de Dona Olinda.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do Correio Braziliense


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

‘O Brasil está quebrado, eu não posso fazer nada’, diz Bolsonaro

O presidente se encontrou com apoiadores nesta terça-feira (5) (Reprodução)

Em encontro com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada nesta terça-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o país está quebrado e que ele não pode fazer nada com relação a isso.
"Chefe, o Brasil está quebrado, eu não posso fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, teve esse vírus, potencializado por essa mídia que nós temos. Essa mídia sem caráter. É um trabalho incessante de tentar desgastar para tirar a gente daqui e atender interesses escusos da mídia", afirmou.
Pandemia

O presidente destacou ainda durante o encontro que a pandemia da Covid-19 está sendo “potencializada pela mídia”. Em dezembro, Bolsonaro já havia declarado que não continuaria o Auxílio Emergencial em 2021 por causa do endividamento.

Da redação do Blog Vertentes Notícias
Com informações do NE10 Interior

sábado, 29 de agosto de 2020

Bolsonaro diz que prorrogação do auxílio emergencial deve ter valor entre R$ 200 e R$ 600

Bolsonaro diz que prorrogação do auxílio emergencial deve ter valor entre R$ 200 e R$ 600 (Marcello Casal Jr./ABr)

O presidente Jair Bolsonaro falou novamente nesta sexta-feira (28) que o auxílio emergencial deve ser um benefício provisório. De acordo com ele, a prorrogação do auxílio deve ter parcelas abaixo de R$ 600.
"Isso não é aposentadoria, é uma ajuda emergencial. Eu sei que é pouco para quem recebe, mas ajuda, é melhor do que nada", disse o presidente.
O presidente também reclamou de apoiadores que questionam a redução do benefício e disse que está "carregando uma cruz muito pesada". Segundo ele, as parcelas devem ficar entre os R$ 200, que foram sugeridos pela equipe econômica, e R$ 600.
"Você vê, nós colocamos auxílio emergencial por três meses, tem cara que reclama que é pouco, agora, custa para todo mundo R$ 50 bilhões por mês. Prorrogamos para mais dois, R$ 250 bilhões [no total]. A gente prefere até o final do ano uma importância menor do que R$ 600. Tem cara já reclamando, é o tempo todo assim", falou Bolsonaro.
Segundo o presidente, o Brasil está "no limite" e disse que não sabe o que vai acontecer "se a economia não pegar".

Caixa faz pagamentos do auxílio para vários grupos nesta sexta

A Caixa Econômica Federal está começando na última sexta-feira (28) o ciclo 2 dos pagamentos do auxílio emergencial. Começam a receber o dinheiro os cadastrados através do site ou aplicativo e inscritos no CadÚnico nascidos em janeiro. Os beneficiários do programa Bolsa Família com Número de Identificação Social (NIS) finalizado em 9 recebem a 5ª parcela do auxílio emergencial. Para quem não recebe o Bolsa Família, o pagamento da quinta parcela começa nesta sexta.

Os primeiros a receber serão aqueles aprovados no 1º lote, em abril. O crédito será disponibilizado no aplicativo Caixa Tem para nascidos em janeiro. Confira todos os grupos que recebem.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do NE10 Interior

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Bolsonaro diz que auxílio emergencial vai até dezembro

Foto: Adriano Abreu/Tribuna do Norte

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta sexta-feira (21) que o Auxílio Emergencial será prorrogado até dezembro. Ele não disse qual será o valor. 

O benefício paga, desde abril, R$ 600 mensais aos trabalhadores informais e desempregados em razão da pandemia do coronavírus. A última parcela, para os trabalhadores que fazem parte do programa Bolsa Família, termina de ser paga no final deste mês.
“O Auxílio Emergencial foi bem-vindo, mas ele custa R$ 50 bilhões de reais, e infelizmente não pode ser definitivo, mas vamos continuar com ele, mesmo com valores diferentes, até que a economia possa pegar em nosso país”, disse durante o discurso.
A declaração foi provocada por uma apoiadora durante evento no Rio Grande do Norte. Ela sugeriu a prorrogação do benefício e ele respondeu: “Até dezembro, só não sei o valor”.

Bolsonaro disse ainda que, por causa do benefício custar R$ 50 bilhões por mês, “não pode ser eterno”.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações da Folha de Caruaru

terça-feira, 7 de julho de 2020

Presidente Bolsonaro relata sintomas, faz exames para coronavírus e diz que já está tomando hidroxicloroquina

Presidente cancelou agenda por conta dos sintomas - FOTO: SERGIO LIMA/AFP

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) relatou na noite da última segunda-feira (6) que apresentou alguns sintomas do novo coronavírus (covid-19). Segundo o repórter Romoaldo de Souza, correspondente da Rádio Jornal no Distrito Federal, Bolsonaro esteve no Hospital das Forças Armadas (H.F.A.), em Brasília, nesta noite e sentiu febre durante todo o dia. O presidente, que tem 65 anos de idade, teve sua participação no hasteamento das bandeiras, café da manhã e na reunião ministerial, canceladas, enquanto não sair o resultado da avaliação. Ele já realizou teste para saber se contraiu a doença, que já matou mais de 65 mil pessoas no Brasil.

O chefe do Executivo ainda informou que está tomando hidroxicloroquina, medicamento que o presidente sempre defendeu para o tratamento do coronavírus, mas que nunca teve eficácia comprovada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O resultado do exame para a covid-19 deve sair ao meio-dia desta terça-feira (7). Além do teste para coronavírus, Bolsonaro também fez exame nos pulmões, através de raio-X. Segundo A CNN Brasil, a febre teria sido de 38ºC.

Mesmo admitindo a suspeita, o presidente parou para falar com o grupo que o aguardava voltar à residência oficial após o dia de trabalho. Bolsonaro usava máscara durante a conversa e pediu que as pessoas não chegassem perto dele. "Não pode chegar muito perto não, tá. Recomendação para todo mundo."
“Tô evitando [contato] que eu vim do hospital agora fiz uma chapa [raio-x] agora no pulmão, tá limpo o pulmão, tá certo?", explicou Bolsonaro em vídeo com grupo de apoiadores. O presidente complementou afirmando que iria fazer o exame da covid, mas que "estava tudo bem”.
Segundo a agenda oficial, o presidente despachou durante todo o dia e esteve com seis ministros. Ele teve reuniões com os ministros Paulo Guedes (Economia), Braga Netto (Casa Civil), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e Levi Mello (Advocacia-Geral da União).

A última agenda ocorreu às 16h40 com o secretário especial de Cultura, Mário Frias. Às 17h, houve a cerimônia de apresentação do Plano de Contingência para Pessoas com Deficiência e Doenças Raras com a ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, mas o presidente não participou. Ele deixou o Planalto por volta das 17h40 e seguiu para o hospital.

Em nota, o governo federal destacou que Bolsonaro está bem e que aguarda o resultado dos exames. 
"O presidente Jair Bolsonaro realizou na noite de hoje, 6, teste de covid-19 em hospital de Brasília. O resultado sairá nesta terça-feira, 7. O presidente apresenta, nesse momento, bom estado de saúde e está em sua residência", diz o texto.
Testes anteriores

Bolsonaro já havia realizado três testes para detectar uma possível infecção pela covid-19. Os exames foram realizados em março, após o presidente voltar de viagem oficial aos Estados Unidos em que ao menos 23 pessoas da comitiva brasileira foram diagnosticadas com o vírus.

O mandatário chegou a anunciar que os resultados foram negativos, mas se recusou a mostrar os exames. Os documentos foram divulgados somente após o Supremo Tribunal Federal (STF), obrigar que informação fosse disponibilizada.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do JC NE10

sábado, 20 de junho de 2020

Bolsonaro nomeia Mário Frias como novo secretário de Cultura

Mário Frias - Foto: Instragram/reprodução

Em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira (19), o presidente Jair Bolsonaro nomeou o ator Mário Frias como Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Frias entrará no lugar de Regina Duarte.

A decisão foi publicada na noite da última sexta-feira, conforme o art. 84, caput, inciso XXV, da Constituição.

O nome de Frias já era ventilado como possível substituto da "Queridinha do Brasil", que mesmo assim havia publicado ainda como secretária uma mensagem no Instagram nesta semana. 

Em seu instagram, o novo secretário publicou: 
"Você que como EU votou no Presidente Jair Messias Bolsonaro, fique firme, apoie, continue convicto de sua escolha, seja forte, blinde seu cérebro de narrativas mentirosas e covardes. Não caia em armadilhas e não se desespere. Transforme as dificuldades em garra e força pra lutar por um Brasil melhor!" Confira a publicação:
Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações da Folha PE

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Abraham Weintraub é demitido do Ministério da Educação mas agradece presidente Bolsonaro


Enquanto o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciava sua demissão, o ministro da Educação Abraham Weintraub usou as redes sociais, nesta quinta-feira (18), para postar um vídeo, no qual aparece ao lado do presidente Jair Bolsonaro.
"Sim, desta vez é verdade, eu estou saindo do MEC. Eu vou começar a transição agora e, nos próximos dias, eu passo o bastão para o ministro que vai ficar no meu lugar, interino ou definitivo", disse Weintraub. Ele não quis, no entanto, revelar o motivo da sua saída. Ele adiantou que recebeu convite para ser diretor do Banco Mundial.
Weintraub cai após um longo desgaste político com os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), agravado com o episódio do último domingo (14) em que compareceu a um protesto em Brasília de apoiadores do governo. No encontro com manifestantes, sem citar ministros do STF, Weintraub voltou a usar a palavra "vagabundos", em uma referência a afirmação dele na reunião ministerial de 22 de abril, em que disse: "Eu, por mim, colocava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF".

As declarações provocaram uma reação do Supremo, que nos bastidores cobrava a demissão do ministro. Sua permanência ficou insustentável e a saída passou a ser defendida pelo entorno de Bolsonaro, que sofria pressão dos filhos para mantê-lo no MEC.

Na última segunda-feira (15), em entrevista à Band News pouco depois de uma reunião com Weintraub, Bolsonaro afirmou que seu aliado não foi "muito prudente" nem deu "um bom recado" ao ter participado da manifestação em Brasília no dia anterior.

Weintraub é alvo do inquérito das fake news, que tramita no Supremo, e também de uma investigação no tribunal por racismo por ter publicado um comentário sobre a China.

Na primeira investigação, ele teve negado na última quarta-feira (17), por 9 votos a 1, um pedido de habeas corpus ao STF para ser excluído do caso.

Sua queda é mais um capítulo da crise envolvendo o governo e o STF.

Desde o mês passado, a cúpula militar e uma governo considerada técnica vinham tentando convencer Bolsonaro de que a saída de Weintraub era necessária para arrefecer o clima beligerante entre os Poderes, incluindo o Congresso.

Na semana passada, Weintraub amargou uma derrota política após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), devolver medida provisória que dava poderes para ministro da Educação nomear reitores de universidades federais temporariamente durante a pandemia.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-AP), virou um desafeto de Weintraub, chegando-se a chamá-lo de "desqualificado".

Abraham Weintraub o sétimo ministro a deixar o governo. Ele estava no cargo desde 8 de abril do ano passado.

Nos últimos dois meses, saíram dois ministros da Saúde (Henrique Mandetta e Nelson Teich) e Sergio Moro, que pediu demissão da Justiça.

A demissão dele representa a segunda troca no MEC em menos de 1 ano e meio de governo. Ele havia substituído Ricardo Vélez, que durou poucos meses no governo.

A gestão de Weintraub à frente do MEC ficou marcada pelo anúncio de projetos que não andaram, derrotas no Congresso, ausência de diálogo com redes de ensino e falta de liderança nos rumos das políticas públicas da área - inclusive durante a pandemia de coronavírus.

O mais marcante, entretanto, foi a postura agressiva e de alto teor ideológico de Weintraub. O tom, que sempre agradou ao presidente, acabou provocando sua saída.

Professor universitário de carreira curta e tímida, sem experiência em educação, Weintraub chegou ao MEC por indicação da ala ideológica do governo.

Abraham Weintraub e seu irmão, Arthur, aproximaram-se da família Bolsonaro ainda na campanha eleitoral, levando ideias sobre a reforma da previdência. Também nessa época ficaram próximos de Onyx Lorenzoni (DEM-RS), atual ministro da Cidadania e que até fevereiro controlava o ministério da Casa Civil.

O agora ex-ministro ganhou notoriedade ao publicar, em 3 de maio de 2019, um vídeo em que exibia o ombro para mostrar uma cicatriz da juventude. Foi a forma de justificar notas baixas no boletim da faculdade, divulgado por detratores em redes sociais.

No dia 30 ainda daquele mês, surgiu com guarda-chuva, dançando, para dizer que eram mentirosas as notícias sobre cortes na pasta. "Está chovendo fake news", dizia ele.

A reportagem analisou 807 mensagens publicadas em sua conta no Twitter durante os 12 primeiros meses no cargo, excluindo respostas a outros tuítes.

Em 42% das mensagens havia algum tipo de ataque. Os alvos preferidos foram a imprensa, o PT e a esquerda, mas ele já atacou o presidente da França, Emmanuel Macron, publicou vídeo em que aparece atirando e defendeu a pena de morte.

Metade de suas postagens não falava de educação. Em pouco mais de um terço das publicações (280 tuítes) ele abordou apenas temas da área, sem ataques ou rompantes ideológicos.

Sua postura lhe valeu apurações no Conselho de Ética da Presidência, processos judiciais e idas ao Congresso para se explicar. Congressistas chegaram a ingressar com pedido de impeachment contra o ministro, mas o STF não aceitou.

Com essa artilharia, Weintraub se transformou em figura conhecida e admirada pela militância de direita mais fiel a Bolsonaro, o que também colaborou com sua permanência. Pesou o seu papel na chamada "revolução cultural", como ressaltou o deputado Eduardo Bolsonaro em vídeo com o ministro em fevereiro.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações da Folha PE

terça-feira, 16 de junho de 2020

Bolsonaro sanciona lei que proíbe corte de água e energia aos finais de semana

Foto: Sergio Lima/AFP

O presidente Jair Bolsonaro sancionou projeto de lei que proíbe o corte de serviços, como água e energia, de clientes inadimplentes aos finais de semana e feriados nacionais.

A iniciativa, que entrou em vigor nesta terça-feira (16), foi aprovada pelo Poder Legislativo no final de março e publicada a sua sanção no "Diário Oficial da União". Ela impede o corte de sexta a domingo e na véspera e durante feriados.

A medida obriga ainda o consumidor a ser comunicado previamente sobre o desligamento e proíbe as empresas fornecedoras de cobrarem o serviço de religamento quando não houver comunicação prévia do corte.

A obrigatoriedade de comunicação prévia, especialmente quando se fala de energia elétrica, já era prevista por regulamentações administrativas, mas não era contemplado na legislação.

Com a sanção, o dispositivo foi incluído na lei que trata dos direitos dos usuários de serviços públicos prestados pela administração pública.

Pela lei, a concessionária pública deverá informar a partir de que dia o corte será feito e isso só poderá ocorrer em horário comercial.

Nos casos em que o consumidor não for notificado antes, não precisará pagar taxa de religação dos serviços.

Da redação do Blog Vertentes Notícias 
Com informações do Diario de Pernambuco